Quem ainda não emitiu a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) tem a oportunidade de obter um documento moderno, seguro e gratuito. Mais do que um simples RG, a CIN oferece segurança reforçada, integração digital e validade nacional.
Até 20 de abril de 2026, a primeira via em papel pode ser emitida sem custos, conforme a legislação brasileira. A seguir, confira todas as informações e saiba como solicitar.
O que muda com a nova Carteira de Identidade Nacional?
Muito mais completa, a CIN se diferencia em diversos aspectos importantes. Primeiro, há a unificação do número do documento: o antigo RG, que antes variava de estado para estado, agora é substituído pelo CPF. Isso significa menos burocracia e uma identificação mais segura em todo o país.
Além do novo layout, o documento conta com uma zona legível por máquina (MRZ), igual à dos passaportes. Esse recurso permite a leitura automatizada por equipamentos em postos de controle e facilita o uso da carteira nos países do Mercosul, por meio dos acordos de viagens.
Outra vantagem é a possibilidade de incluir informações sobre a saúde do portador: tipo sanguíneo, fator RH, disposição à doação de órgãos e até condições específicas que merecem destaque em situações de emergência.
Para quem depende de auxílio e acessibilidade, a CIN também registra fácil identificação de pessoas com deficiência, contribuindo para o respeito aos direitos em ambientes públicos e privados.
Validade e prazos da nova carteira
Emitir a CIN tem prazos bem definidos pelo Decreto nº 10.977/2022:
- Para crianças de 0 a 12 anos incompletos: validade de 5 anos.
- Para pessoas de 12 a 60 anos incompletos: validade de 10 anos.
- Para maiores de 60 anos: validade indeterminada.
Mesmo com a implementação da nova CIN, o antigo RG segue válido até 2032. Isso garante uma transição tranquila para todos — o cidadão pode solicitar a nova carteira a qualquer momento, sem pressa.
Quem tem direito à emissão gratuita e como solicitar?
Em conformidade com a Lei nº 7.116/1983, a emissão da primeira via em papel da nova carteira de identidade nacional é gratuita para todos os cidadãos brasileiros. O interessado só precisa levar alguns documentos básicos:
- Certidão de nascimento ou casamento (original ou cópia autenticada);
- Número do CPF (para quem já possui cadastro);
É possível ainda apresentar documentos opcionais que agregam informações à CIN, como CNH, Carteira de Trabalho, cartão do SUS, PIS/PASEP, certificado militar e comprovantes de tipagem sanguínea com fator RH.

O atendimento costuma ser realizado nos postos dos órgãos de identificação, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, com distribuição de senhas diárias para os interessados. Em locais onde ocorrem ações especiais, há previsão de até 60 atendimentos por dia — uma ótima chance para garantir seu novo documento sem pagar nada.
A emissão gratuita da CIN estará disponível na Ferreira Costa dos Barris, em Salvador, até 20 de abril de 2026.
Segurança, acessibilidade e inclusão
Não é apenas uma questão de renovação visual. A nova CIN usa biometria, foto digital e QR Code, dificultando falsificações e protegendo o cidadão. Isso representa maior segurança em cadastros de benefícios e programas sociais. Quem já sofreu problemas por documentos atrasados ou divergentes terá menos obstáculos daqui em diante.
Outra inovação importante diz respeito à inclusão: na versão digital, é possível inserir dados médicos importantes, o que pode ser fundamental em um atendimento de emergência. Pessoas com deficiência também têm sua condição registrada, facilitando o acesso a direitos.
O Governo Federal busca facilitar o acesso da população à nova identidade, investindo em ações estratégicas pelo país para alcançar o maior número possível de cidadãos de todas as faixas etárias e realidades sociais.
Novidades e diferenciais para o futuro do cidadão
Com adoção obrigatória nos próximos anos, a nova carteira de identidade nacional será referência em padrão internacional. Com MRZ, QR Code, integração ao portal de serviços públicos e com o CPF conduzindo toda a identificação civil, o cidadão estará muito mais protegido contra fraudes e terá seu acesso a direitos sociais simplificado.
Quem fizer a emissão até 20 de abril de 2026 ainda garante gratuidade para a primeira via em papel, além de ter acesso facilitado pelo novo formato digital.
Dúvidas frequentes sobre a emissão da CIN
Apesar dos avanços, muitas pessoas ainda têm perguntas sobre o processo. É necessário apenas apresentar os documentos básicos, escolher o formato desejado e fazer seu cadastro biométrico.
Se o antigo RG ainda está válido, ninguém é obrigado a trocar imediatamente. No entanto, não há motivos para adiar: a CIN é mais segura, confiável e facilita sua vida em diversas situações.
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Eu queria muito tirar minha carteira de habilitação
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