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MCTI estimula a bioeconomia e tecnologias sustentáveis

Com o objetivo de estimular o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e processos mais limpos na indústria nacional, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e a  Empresa Brasileira de Inovação Industrial (EMBRAPII), organização social da pasta, encamparam uma série de ações de estímulo à inovação em bioeconomia

MCTI estimula a bioeconomia e tecnologias sustentáveis

De acordo com recente divulgação oficial do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), entre as estratégias estão a nova Rede MCTI/EMBRAPII de Inovação em Bioeconomia, o fomento Basic Funding Alliance (BFA) para projetos disruptivos na área e iniciativas alinhadas ao Plano Nacional de Fertilizantes. 

Segundo informa o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o total de recursos reservados ultrapassam os R$ 100 milhões. Os anúncios foram feitos durante a 10ª edição do Green Rio, realizado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro (RJ). 

Pesquisa em diversas áreas

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) ressalta que o objetivo da proposta é estimular a atividade de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) em biotecnologia; sustentabilidade, novos biocombustíveis, fármacos e biofármacos; economia circular; agricultura; fertilizantes e adubos, entre outros.

A sustentabilidade na gestão das empresas

Como o modelo de atuação da EMBRAPII/MCTI prevê o coinvestimento do setor empresarial, estima-se que as ações na área de bioeconomia e sustentabilidade gerem mais de R$ 200 milhões em inovações, explica o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

De acordo com informações oficiais, somam-se aos recursos da EMBRAPII os valores da contrapartida das empresas e o recurso não-financeiro das Unidades EMBRAPII – como uso de equipamentos e pagamento dos profissionais e pesquisadores envolvidos nos projetos.

Sobre a Bioeconomia

Segundo informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil possui a maior diversidade genética vegetal do mundo. De acordo com o estudo ‘Bioeconomia Brasileira em Números’, publicado em 2018 pelo BNDES, são 42.730 espécies vegetais distribuídas em seus diferentes biomas. 

Dados oficiais

O setor movimenta anualmente US$ 285,9 bilhões, o que representa 13,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ressalta o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Segundo ressalta a divulgação oficial, a EMBRAPII já apoiou 339 projetos de PD&I voltados para a bioeconomia, beneficiando 341 empresas e movimentando R$ 376 milhões. 

Diversos projetos são apoiados

São projetos de formulações a partir de óleos amazônicos, genótipos para indústria florestal, biorremediação de solos, polímeros biodegradáveis, utilização de resíduos, compósitos com bambu, biodigestores, cosméticos, biodefensivos, soluções enzimáticas, entre outros, de acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).