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Fux exonera secretário que pediu reserva de vacinas

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Luiz Fux exonera secretário que pediu reserva de vacinas sem consultá-lo (Imagem: Senado Federal)

O ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal – STF – Luiz Fux exonera nesta segunda-feira (28) o secretário que pediu reserva de 7 mil doses de vacina contra a Covid-19 para o Supremo. Segundo a alegação do magistrado, o funcionário não consultou a presidência previamente à realização do pedido.

Marco Polo Dias Freitas, secretário de Serviços Integrados de Saúde da Corte, fez o requerimento de reserva junto à Fiocruz. A instituição é responsável por fabricar o imunizante da AstraZeneca com a Universidade de Oxford, na Inglaterra.

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A resposta de Fux

Quando o pedido de reserva se tornou público, o ministro Fux foi acusado de tentar furar a fila dos grupos prioritários para obtenção de vacinas contra a Covid-19. As 7 mil doses da vacina serviriam para imunizar os ministros e os servidores de carreira do órgão.

A revelação do pedido de reserva foi feita pelo jornal o Estado de São Paulo. Até agora, o STF informa que a Fiocruz não enviou resposta sobre a reserva de vacinas.

O Plano de Nacional de Vacinação, apresentado recentemente pelo presidente da República, não contempla a possibilidade de envio de vacinas a grupos que o pedirem. A expectativa, na verdade, é de imunizar primeiro os  grupos de risco para a doença do novo Coronavírus.

Motivações políticas no entorno da vacina

Essa não é a primeira vez que a obtenção da vacina contra a Covid-19 ganha ares de disputa política. Os presidentes da Câmara e da República, e o governador de São Paulo, João Doria, tem dado indícios de que a vacina contra a Covid-19 tem sido utilizado com fins eleitorais e políticos.

As eleições da Câmara e do Senado, em fevereiro, e à presidência da República, somente em 2022, entram no radar das especulações.

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