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Febraban: Empréstimos podem ficar mais caros

Você sabia que os empréstimos podem ficar mais caros este ano? Pois é. Pelo menos foi o que explicou presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney,  nesta terça-feira (2). Isso porque o aumento da tributação dos bancos por parte do governo, pode ser repassado ao consumidor, gerando assim empréstimos com maiores taxas.

“Muito provavelmente vai encarecer o crédito. É muito provável que haja reflexo, ainda não sei em qual proporção”, disse o presidente da Febraban. “Haverá todo um esforço do setor bancário para que nós não venhamos a repassar todo esse custo para o crédito, mas não dá para segurar isso. É natural que aumento de custos sejam repassados para os produtos e serviços”, argumentou.

Outra medida que não foi bem vista por este setor, foi a alteração, por parte da equipe econômica do governo federal, das regras de IPI para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerrou o Regime Especial da Indústria Química (REIQ).

Ambas as medidas tem como intuito aumentar o caixa do governo e recompor as perdas geradas com a pandemia do covid-19.

Veja também: Estados têm perda de R$ 34 bilhões em arrecadação no 2020 da pandemia

Para ter empréstimos a taxas mais baixas, é importante também ficar de olho no seu score. 

A equipe econômica ainda alterou as regras de IPI para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerrou o Regime Especial da Indústria Química (REIQ), também com o objetivo de recompor a perda de receita.

Isaac Sidney ainda declarou que está última medida deve ser temporária, ao menos foi o que garantiu, por telefone nesta manhã, o ministro da Economia, Paulo Guedes. “Portanto, estamos dando um voto de confiança ao ministro da economia”, relatou afirmando que a promessa é que a decisão seja analisada após seis meses.

Carteira total de crédito deve ficar, mas cresce na variação anual

A carteira total de crédito até agora vem crescendo, de acordo com a Pesquisa Especial de Crédito da FEBRABAN, divulgada mensalmente como uma prévia da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Banco Central.

“O saldo total da carteira de crédito deve apresentar expansão anual de 15,8% em janeiro, acelerando pelo oitavo mês consecutivo”, diz a Febraban.

“Os dados de janeiro e o ritmo anual de crescimento do crédito, tanto para empresas quanto para as pessoas físicas, são indicadores de que os bancos continuarão a ser uma ponte para a retomada e que a oferta segue em ritmo importante neste início do ano, mesmo num contexto de novo recuo da atividade econômica, mas, sem acelerarmos o ritmo da vacinação, o crescimento continuará deprimido”, avalia o presidente da Febraban.

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