Transformar o sono em trabalho parece algo surreal, mas em 2025, isso é uma realidade no mercado. Graças a empresas especializadas em colchões, é possível ser remunerado apenas por tirar uma soneca.
Em vez de longas reuniões e dias estressantes, o novo perfil de vaga exige simplesmente que o candidato durma durante o expediente! Enquanto muitos ainda torcem o nariz apenas de pensar em cochilar no escritório, outras pessoas aproveitam a chance para experimentar colchões de última geração, contar suas impressões nas redes sociais e faturar um dinheiro.
O assunto tem viralizado nas redes sociais e quem tem facilidade para dormir está de olho nessa novidade. Que tal conferir como funciona esse emprego?
Como funciona o trabalho que paga para você dormir?
Uma das oportunidades vem da empresa argentina SleepCalm, fabricante de colchões que lançou uma seleção em 2025 para pessoas interessadas em passar uma tarde dormindo em São Paulo. O candidato aprovado recebe R$ 500 pelo tempo gasto dormindo e, depois da experiência, precisa fazer uma avaliação nas redes sociais.
Não é preciso currículos: basta ser maior de idade e afirmar que tem experiência de pelo menos cinco anos em sonecas. O requisito mais divertido? Não ter vergonha de babar enquanto dorme perto de outras pessoas!
Esse tipo de atividade se destaca por transformar um comportamento muitas vezes visto como negativo no ambiente profissional em uma habilidade valorizada. O objetivo das empresas é testar a qualidade dos colchões em condições reais, recebendo feedback de pessoas comuns, e ainda gerar engajamento espontâneo nas redes.
Em muitas empresas, dormir durante o expediente pode acarretar advertências ou até demissão por justa causa, conforme o artigo 482 da CLT. No entanto, aqui, o sono é uma prática autorizada, incentivada e com um propósito claro: pesquisa e divulgação.
A cultura do sono no trabalho: Japão vs. Brasil
No Japão, cochilar no trabalho é prática comum, conhecida como “inemuri”. Por lá, tirar sonecas rápidas enquanto permanece disponível transmite comprometimento, dedicação e até prestígio. No entanto, diferentemente da vaga brasileira, esse costume japonês raramente envolve remuneração extra ou formalização.
Por aqui, o ato de ser pago para dormir permanece restrito a campanhas específicas de empresas do ramo de colchões ou centros acadêmicos de pesquisa do sono. Porém, essa curiosidade desperta debates sobre saúde mental e produtividade no ambiente corporativo, alimentando discussões sobre o futuro do trabalho e os limites entre lazer e as obrigações profissionais.
No contexto brasileiro, ainda que iniciativas estejam surgindo, dormir no expediente segue fora da lista de hábitos aprovados nas empresas convencionais.
Outras formas de ganhar dinheiro dormindo

Imagem: Freepik
Além das campanhas de teste de colchão, há ofertas internacionais para participar de pesquisas acadêmicas sobre o sono, em que voluntários recebem para dormir em diferentes ambientes enquanto são monitorados. Sites americanos, por exemplo, já promoveram seleções em que pessoas são pagas para analisar a qualidade do sono, auxiliando cientistas em descobertas importantes.
Ainda assim, são poucas as oportunidades que se encaixam como emprego fixo, pois normalmente envolvem contratos temporários, ações de marketing, ou estudos. Quem se interessa deve monitorar as redes das principais marcas do setor, além de ficar ligado em portais especializados que costumam divulgar essas vagas.
Se você tem aptidão para relaxar em qualquer canto, não liga para barulhos e até vira meme pela facilidade de cochilar, existe chance de transformar o sono em fonte de renda eventual.
Dicas para conquistar uma vaga que paga para dormir
- Mantenha perfis ativos nas redes sociais, pois muitas empresas observam o engajamento dos candidatos.
- Demonstre interesse genuíno pela experiência do sono e relate situações engraçadas ou inusitadas que envolvam cochilos.
- Fique atento aos principais portais de notícias de vagas alternativas, além dos canais oficiais das marcas de colchões e acessórios.
- Tenha disposição para avaliações sinceras, vídeos ou até transmissões ao vivo relatando como foi dormir em modelos específicos de colchão.
Se a ideia de ganhar R$ 500 para descansar durante uma tarde chamou sua atenção, lembre-se: essas vagas são temporárias, mas demonstram como o mercado está cada vez mais aberto a profissões fora do padrão e experiências inovadoras. Garanta sua chance mantendo um olho nas novidades e outro firme no travesseiro!
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Perguntas frequentes
- Posso ganhar a vida apenas dormindo? Não. O pagamento para dormir acontece em ações pontuais, não como carreira fixa.
- O que preciso para participar dessas vagas? Atender aos requisitos divulgados no anúncio, como ser maior de idade e ter experiência em cochilos.
- Empresas brasileiras já pagaram para pessoas dormirem? Sim, como a Emma Colchões e a SleepCalm.
- Dormir no trabalho normal pode causar problemas? Sim, é passível de advertência e demissão por justa causa na maioria dos empregos comuns.
- Essa prática tem relação com alguma legislação? Sim. A CLT não permite cochilos não autorizados e prevê punições.
- As campanhas acontecem o ano todo? Não. São ações temporárias e esporádicas, voltadas à promoção de lançamentos.
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