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Prazo para adesão ao programa Tempo de Aprender termina nesta quinta-feira (30)

Desde seu lançamento, programa é alvo de crítica de gestores que cuidam da alfabetização na ponta

Estados e municípios têm até esta quinta-feira (30) para aderir ao programa Tempo de Aprender, do Ministério da Educação (MEC). A iniciativa tem o objetivo de enfrentar as deficiências de alfabetização no país.

As secretarias estaduais e municipais de Educação interessadas em aderir ao programa devem preencher o formulário com o e-mail e o CPF do respectivo secretário da pasta. Os dados cadastrais do secretário municipal, estadual ou distrital de Educação devem estar atualizados no sistema PDDE Interativo, ferramenta do MEC utilizada para o repasse de recursos às secretarias e para apoio à gestão escolar.

Alfabetização

 

O programa tem ações estruturadas em quatro eixos: formação continuada de profissionais da alfabetização, apoio pedagógico para a alfabetização, aprimoramento das avaliações da alfabetização e valorização dos profissionais da alfabetização.

O Tempo de Aprender disponibiliza um curso on-line de formação continuada em práticas de alfabetização, com estratégias de ensino para o primeiro e o segundo ano do ensino fundamental. Ele é destinado a professores, coordenadores pedagógicos, diretores escolares e assistentes de alfabetização, que, neste caso, não dependem da adesão do ente federativo ao programa em si para se inscrever e participar do curso on-line.

O curso também é aberto a gestores de redes educacionais, pais de alunos ou a qualquer pessoa interessada no tema e que queira ter acesso ao conteúdo de formação. O acesso é gratuito e a carga horária é de 30 horas.

 

Programa é alvo de críticas

 

O Tempo de Aprender foi lançado pelo MEC às vésperas da pandemia do novo coronavírus. Desde seu lançamento, ele é alvo de crítica de gestores que cuidam da alfabetização na ponta. O argumento é que ele foi feito sem qualquer pactuação ou debate com as redes de ensino.

Em uma reportagem ao jornal O Globo, gestores educacionais explicam que o governo federal propôs iniciativas em relação à alfabetização que não levam em consideração o que já é feito na área.

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