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Renda Cidadã deve ser decidido apenas no Natal

Bolsonaro está adiando a decisão sobre o novo programa social que substituirá o Bolsa Família

No melhor dos cenários, o Renda Cidadã, programa social do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), deve ficar para dezembro de 2020, quando o auxílio emergencial chega ao fim. De acordo com a revista Istoé, o governo segue sem orçamento para custear o programa e continua focado em aumentar a sua aprovação popular. Por isso, a decisão sobre o programa foi empurrada para depois das eleições deste ano.

Já que o governo está sem orçamento e forma de financiamento decidida, qualquer manobra para custear o Renda Cidadã deve tirar dinheiro de outro lugar e, consequentemente, afetar diretamente a imagem dos deputados de sua base aliada. Por isso a decisão de empurrar a definição de detalhes do programa para depois das eleições municipais.

Apesar desse adiamento aliviar os candidatos à eleição, o mercado não reage bem à incerteza. Especialistas afirmam que o cenário ideal seria o governo apresentando proposta concreta com todos os detalhes do programa. Sem isso, a instabilidade na economia brasileira deve continuar.

As consultorias Legislativa e de Orçamento da Câmara dos Deputados afirmaram, em nota, que o financiamento do novo programa social com recursos de precatórios não seria adequado. Inicialmente, a equipe econômica do governo havia proposto que o pagamento de precatórios fosse adiado para o financiamento do programa, assim como o uso de recursos do Fundo de Desenvolvimento Nacional de Educação Básica (Fundeb).

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