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Pazuello depõe sobre crise no Amazonas

A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu nesta sexta-feira (5) as investigações preliminares sobre a conduta do presidente da República Jair Bolsonaro (Sem Partido) e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre crise no Amazonas e no Pará.
Como abertura dos trabalhos, a Polícia Federal ouviu hoje o minstro da Saúde sobre suas condutas. ELe foi acusado por deputados do PCdoB de prevaricação em relação à crises no Amzonas e no Pará, relacionadas à Covid-19.

Crise no Amazonas gera pedido de inquérito

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) neste sábado (23) abertura de inquérito para apurar a conduta do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em relação ao colapso da saúde pública em Manaus. A cidade registrou falta de oxigênio medicinal em hospitais na semana passada.

A demanda por oxigênio hospitalar em estabelecimentos públicos de saúde do Amazonas chegou a superar a média diária de consumo em mais de 11 vezes, o que agravou a situação nos hospitais, principalmente naqueles onde são atendidos pacientes com a covid-19. Centenas de pacientes tiveram que ser transferidos para outros estados.

O pedido de inquérito foi feito após representações formuladas por partidos políticos, que relataram omissão do ministro e de seus auxiliares. A solicitação ao STF cita o documento Relatório parcial de ações – 6 a 16 de janeiro de 2021, datado do dia 17 deste mês, no qual o ministro informa que sua pasta teve conhecimento da iminente falta de oxigênio no dia 8, por meio da empresa White Martins, fornecedora do produto. O Ministério da Saúde iniciou a entrega de oxigênio apenas em 12 de janeiro, segundo as informações prestadas.

 

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