Os Correios, uma das maiores empresas estatais do Brasil, anunciaram recentemente mais detalhes sobre seu próximo concurso público. A empresa planeja lançar dois editais – um para candidatos com ensino médio e outro para candidatos com ensino superior.
Vagas e Cargos
Os cargos disponíveis para o nível médio serão para o posto de Agente de Correios, enquanto os candidatos de nível superior poderão concorrer ao cargo de Analista de Correios. A seleção para o nível superior incluirá vagas para as especialidades de Advogado, Analista de Sistemas, Assistente Social e Engenheiro. O número exato de vagas continua sendo definido.
Cronograma
Os Correios divulgaram um cronograma para o concurso, que inclui:
- Até julho: O planejamento do concurso e o processo para contratação da empresa especializada.
- Agosto: Contratação da banca examinadora.
- Setembro: Publicação do edital do concurso.
- Dezembro: Início das contratações.
Compromisso com a Contratação
A realização deste concurso público é um compromisso assumido pela atual gestão dos Correios, com o objetivo de suprir a demanda acumulada nos últimos anos por mais profissionais em posições estratégicas da empresa, evitando assim a sobrecarga de trabalho.
Acordo Coletivo de Trabalho
Este concurso também é resultado do esforço conjunto da empresa e das federações representativas de empregadas e empregados durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho.
Fortalecimento da Estatal
Os Correios foram retirados da lista de privatizações pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu primeiro dia de governo, como uma medida de fortalecimento da estatal.
Valorização dos Empregados
A diretoria dos Correios tem trabalhado pela valorização das empregadas e dos empregados, reabrindo as portas para as representações sindicais e mantendo uma Mesa de Negociação Permanente com as duas federações dos trabalhadores.
Diálogo com Sindicatos
Este diálogo resultou em benefícios como, por exemplo, o resgate de mais de 40 cláusulas que haviam sido retiradas do Acordo Coletivo de Trabalho pelo governo anterior.
Em 2023, o acordo coletivo foi fechado em mesa de negociação, sem intermediação da justiça trabalhista, o que não acontecia há sete anos, e garantindo aumento de quase 12% para parte do efetivo.



