Em outubro, o Bolsa Família pode alcançar até R$ 1.153 após reajuste, para famílias que atendem aos critérios do programa e que, além do piso mínimo de R$ 691, têm direito aos adicionais de R$ 58 e R$ 173, conforme a composição familiar.
A atualização dos valores, válida a partir do pagamento do próximo mês, considera a variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. Com a mudança, o benefício médio também foi reajustado e está estimado em R$ 777. No entanto, o valor recebido por cada família pode variar conforme a composição familiar, já que a presença de crianças, adolescentes ou gestantes garante o pagamento de adicionais específicos.
O reajuste foi oficializado pelo Decreto nº 13.120, de 17 de setembro de 2026, após publicação em edição extra do Diário Oficial da União, com o objetivo de preservar o poder de compra das famílias. Continue lendo e saiba mais!
Quais são os novos valores adicionais do Bolsa Família?
Além do valor mínimo, que passa de R$ 600 para R$ 691, os valores adicionais também são ajustados. Veja:
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QUERO ENTRAR AGORA →| Benefício | Novo valor | Quem tem direito |
|---|---|---|
| Benefício de Renda de Cidadania (BRC) | R$ 164 por pessoa | Todas as pessoas cadastradas na família beneficiária do Bolsa Família |
| Benefício Primeira Infância (BPI) | R$ 173 por criança | Crianças de 0 a 6 anos incompletos |
| Benefício Variável Familiar (BVF) | R$ 58 por integrante | Gestantes, nutrizes e crianças/adolescentes de 7 a 18 anos incompletos |
O Benefício Complementar tem a função de assegurar que nenhuma família receba menos de R$ 691 no Bolsa Família. Caso a soma dos benefícios calculados fique abaixo desse valor, o complemento entra como um pagamento adicional correspondente à diferença necessária para atingir o piso mínimo.
Valores do Bolsa Família: pagamento de até R$ 1.153
A quantia final recebida varia conforme a composição familiar e os benefícios adicionais a que cada grupo tem direito. Dessa forma, os R$ 691 representam o valor mínimo garantido pelo programa, e não um pagamento fixo para todos os beneficiários.
Veja como atingir valores maiores de acordo com o perfil dos membros da família:
| Composição Familiar | Valor Recebido |
|---|---|
| Apenas família (piso, sem adicionais) | R$ 691 |
| Família + 1 criança até 6 anos | R$ 864 |
| Família + 1 criança até 6 anos + gestante ou filho de 7 a 18 anos | R$ 922 |
| Família + 2 crianças até 6 anos + gestante + 1 filho de 7 a 18 anos | R$ 1.153 |
Cada família tem seu valor ajustado conforme a composição e a soma dos benefícios aplicáveis.
Quem pode receber os valores reajustados do Bolsa Família?
Podem receber os valores reajustados do Bolsa Família as famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) que atendem aos critérios estabelecidos pelo programa. É necessário manter os dados cadastrais atualizados, procedimento que deve ser realizado a cada dois anos ou sempre que houver mudanças na composição familiar, endereço, renda ou outras informações importantes.
Além disso, a família deve possuir renda mensal de até R$ 218 por pessoa e cumprir as condicionalidades relacionadas às áreas de saúde e educação, como acompanhamento de vacinação, pré-natal e frequência escolar, quando aplicável.
Quando o pagamento será liberado?
O Decreto nº 13.120 autoriza a recomposição dos valores e estabelece que as mudanças entram em vigor a partir de outubro, contemplando os beneficiários que permanecem regularizados no programa. Os pagamentos atualizados seguirão o calendário oficial, com depósitos entre os dias 19 e 30 de outubro, conforme o número final do NIS de cada beneficiário.
São contempladas famílias com crianças pequenas, gestantes, crianças e adolescentes de até 18 anos, desde que cumpram os requisitos do programa e mantenham a situação regularizada junto ao Cadastro Único (CadÚnico). A análise das informações é realizada periodicamente pelos órgãos responsáveis.
Assim, a partir do próximo mês, todos os pagamentos do Bolsa Família serão realizados com os valores reajustados, de acordo com a composição familiar e os benefícios adicionais a que cada grupo tem direito.

O que fazer se o valor recebido for diferente do esperado?
Em caso de dúvidas sobre o valor do pagamento ou inconsistências na quantia recebida, o recomendado é verificar a situação cadastral no CadÚnico e consultar o extrato de pagamentos junto ao aplicativo oficial do Bolsa Família, Caixa Tem ou CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) do município.
Caso haja divergência, pode-se recorrer à atualização cadastral para corrigir eventuais erros que estejam limitando o recebimento do benefício correto. O acompanhamento também é essencial para manter o direito ao benefício, evitando bloqueios por falta de atualização de dados ou descumprimento de condicionalidades.
Entenda a atualização dos valores do Bolsa Família pelo INPC
A recomposição de 15,04% dos benefícios considera a variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026.
Esta será a primeira correção dos valores com base na inflação desde a retomada do atual modelo do programa, em 2023. A medida busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias diante da variação dos preços no período.
A atualização está prevista na legislação que criou a nova estrutura do Bolsa Família. A Lei nº 14.601/2023 autoriza o Poder Executivo federal a alterar os valores dos benefícios e determina que os reajustes podem ocorrer em intervalos de até 24 meses, sem possibilidade de redução dos valores pagos.
O objetivo declarado é preservar a capacidade de compra, especialmente diante do aumento de despesas essenciais como alimentação.
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Aproveite e assista ao vídeo abaixo para conferir mais informações sobre o aumento do Bolsa Família em 2026:
















