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Auxílio emergencial: quem consegue emprego formal não pode voltar ao programa depois

De acordo com informações do Governo Federal, quem consegue um emprego formal, perde o Auxílio e não volta depois

O Governo Federal está seguindo nesta semana com as liberações dos saques para aos informais que estão recebendo o Auxílio Emergencial. Estamos nos pagamentos do quarto ciclo do benefício, mas mesmo assim muita gente ainda tem dúvidas em relação ao programa em questão.

Uma dessas questões é sobre o processo de cancelamento do projeto. Imagine que uma pessoa consegue um trabalho, sai do benefício e logo depois perde o emprego. Esse brasileiro poderia voltar a receber o Auxílio Emergencial? Essa é uma pergunta que uma internauta fez para o perfil oficial da Caixa Econômica no Twitter.

“Eu tive meu Auxílio Emergencial cancelado por causa uma contratação de trabalho que durou um mês. Agora estou novamente sem emprego. O que a Caixa pode fazer em relação a esse problema? Eu posso recuperar o benefício?”, questionou a cidadã. A resposta para essa pergunta está nas próprias regras do programa.

De acordo com o texto oficial do Auxílio Emergencial, quem sai do projeto por causa de um bloqueio até pode retornar ao benefício. No entanto, isso só vai acontecer se essa pessoa contestar o resultado e o Dataprev reconhecer que analisou alguma informação de maneira errada. Nesta situação, o cidadão volta a receber o dinheiro, até de maneira retroativa se for preciso.

Este não é, no entanto, o caso da pergunta acima. Nesta situação, o Dataprev cancelou o benefício por um motivo real. A mulher, de fato, conseguiu um emprego formal. E por mais que a duração do trabalho tenha sido de apenas um mês, ela não vai poder voltar para o projeto. Principalmente porque não há como se inscrever novamente.

Caixa Econômica

Nessa mesma pergunta, a cidadã pergunta o que a Caixa poderia fazer quanto a isso. E de acordo com o próprio banco a resposta é “nada”. Recentemente, eles explicaram através das suas redes sociais que não possuem nenhuma responsabilidade com os bloqueios nas contas.

A Caixa Econômica explicou que atua exclusivamente como agente pagador do benefício. E eles pagam justamente para as pessoas que o Dataprev decide que podem receber. Então essas reclamações não devem ser dirigidas para o banco.

O próprio Dataprev afirma que é responsável pelos bloqueios. O órgão do Governo explica que realiza análises sucessivas nas contas dos beneficiários. Quem deixar de atender todas as exigências do programa, acaba tendo o bloqueio.

Reclamações no Auxílio

Nas redes sociais, no entanto, muita gente segue reclamando de possíveis injustiças nos bloqueios do Auxílio Emergencial. Muitos cidadãos estão alegando que o Dataprev estaria apresentando justificativas irreais para os cancelamentos.

O órgão, por sua vez, afirma que as pessoas podem contestar o resultado se não concordarem com a análise. No entanto, vale lembrar que essa não é uma possibilidade aberta para todos os beneficiários. Muitos não podem contestar a negativa.

De acordo com o Ministério da Cidadania, cerca de 37 milhões de brasileiros estão recebendo mensalmente os valores do Auxílio Emergencial atualmente. Os patamares seguem os mesmos. São montantes que variam entre R$ 150 e R$ 375.

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2 Comentários
  1. Maria Luiza pereira diogo Diz

    Meu nome é Yolanda pereira diogo eu sou mãe chefe de familiar tenho três filhos e não estou trabalhando por causa de um contrato de um mês de trabalho, não estou conseguindo receber terceira ea quarta parcela do auxílio emergencial, que faço para receber

  2. Patricia Diz

    Eu também , recebia o auxílio. Trabalhei formalmente de setembro até dezembro, depois meu contrato acabou. Agora estou desempregada e sem auxílio. Poderia ter alguma forma de resolver isso para os cidadãos. É lamentável, com criança pequena em casa.

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