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3 técnicas de estudo aprovadas pela ciência

Muitos vestibulandos e concurseiros reclamam de dedicar muitas horas do seu dia aos estudos e ainda assim não obter o resultado desejado. Não é novidade que nos estudos o mais importante não é a quantidade, mas sim a qualidade. Por isso, nem sempre muitas horas de dedicação resultarão em boas notas, se o estudo não for feito de maneira adequada.

Pensando nisso, apresentamos abaixo três técnicas de estudo que, de acordo com trabalhos científicos, rendem bons resultados aos estudantes. Confira!

A pirâmide da aprendizagem

Na década de 60, o educador norte-americano Edgar Dale criou uma teoria com base na análise de retenção do aprendizado no cérebro após duas semanas de estudo. Posteriormente, a partir desta teoria, o psiquiatra William Glasser criou a “Pirâmide de William Glasser”. 

De acordo com essa pirâmide, o estudante aprende 10% do assunto quando ele apenas lê a teoria. No entanto, essa porcentagem aumenta na medida em que o estudante passa a ter uma postura mais ativa nos estudos. Por isso, a retenção do conteúdo é de 20% quando ouvimos, de 30% quando observamos, de 50% quando vemos e ouvimos, de 70% quando discutimos com outros, de 80% quando fazemos, e pode chegar até a 95% quando ensinamos o assunto a outras pessoas.

Portanto, uma boa técnica de estudo a partir dessa teoria é ter uma participação ativa no seu aprendizado. Além de ler e ouvir sobre um dado assunto, é preciso praticar exercícios. Uma maneira de potencializar o seu aprendizado é tentar explicar o que você aprendeu para outras pessoas. Por isso, estudar em grupo e ensinar o que você entendeu para os seus colegas é uma ótima estratégia de estudo.

Técnica de Pomodoro

Essa técnica foi criada por um universitário italiano chamado Francesco Cirillo no final dos anos 1980, e com o objetivo muito simples de auxiliar o estudante a gerenciar o tempo de maneira equilibrada.

O jovem Francesco tinha muita dificuldade de organizar o tempo durante os primeiros anos na universidade e, por isso, teve a ideia de utilizar um timer de cozinha para cronometrar suas tarefas. O timer tinha formato de tomate e ao final de 25 minutos emitia um forte sinal. Durante os 25 minutos ele se mantinha absolutamente concentrado em suas atividades, evitando qualquer tipo de distração. Ao perceber que essa estratégia dava resultados positivos ele divulgou a técnica em 1992.

Assim, a técnica consiste em dividir uma longa tarefa em períodos de 20 a 30 minutos de foco total, seguidos de pausas curtas de 5 minutos. Esse método é muito bom para evitar a procrastinação, focar nas atividades e manter a disciplina.

Revisão espaçada 

De acordo com um estudo do filósofo Hermann Ebbinghaus, para que o cérebro consiga guardar um assunto é necessário repeti-lo várias vezes. Os estudos sobre a Curva do Esquecimento apontam que a informação tem de ser revista regularmente para que, posteriormente, o estudante se lembre dela. A pesquisa de Hermann mostra que em cerca de 20 minutos um indivíduo esquece 45% do conteúdo que aprendeu, e segue esquecendo o conteúdo no decorrer nos dias, caso não o revise.

Assim, para evitar a Curva do Esquecimento, o ideal é apostar na revisão espaçada. Essa técnica determina que um assunto deve ser revisto em intervalos de tempo regulares e não muito longos. No início, os intervalos devem ser mais curtos para que o estudante possa se adaptar. Assim, é possível começar com um período de 24 horas para a primeira revisão. Posteriormente, o estudante deve escolher se vai retomar o assunto semanalmente ou quinzenalmente.

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