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3 obras modernistas que podem aparecer no vestibular

O movimento modernista teve grande importância no Brasil. Além de trazer todo um debate sobre a criação de uma noção de nacionalidade para o país, o movimento imprimiu a sua estética em diversas obras artísticas do século XX. Desse modo, o modernismo se destacou principalmente nas artes plásticas e na literatura.

A literatura modernista inaugurou novos usos na escrita e deu espaço a temas poucos explorados anteriormente em textos literários. Desse modo, o uso de elementos do coloquialismo passaram a ser usuais nos textos, bem como a denúncia de questões sociais, a noção de nacionalidade, o regionalismo e um olhar mais crítico sobre a realidade. Por isso, é comum encontrar questões sobre o modernismo nos vestibulares ou mesmo obras modernistas nas listas de leituras obrigatórias. Veja abaixo três obras que podem “cair” nas provas de literatura dos principais vestibulares do Brasil.

Obras modernistas que podem ‘cair’ na prova do vestibular

A Rosa do Povo, de Carlos Drummond de Andrade

Em primeiro lugar, apresentamos um livro do poeta Carlos Drummond de Andrade. Coletânea publicada pela primeira vez em 1945, A Rosa do Povo reúne 55 poemas e é considerada por muitos a obra-prima do autor. Nesta coletânea Drummond se destaca por, através de sua poesia, expressar seus pensamentos e as perturbações por conta do contexto social. Desse modo, o livro é marcado por essa poesia social, presente no modernismo.

S. Bernardo, de Graciliano Ramos

Publicado pela primeira vez em 1934, o romance São Bernardo foi uma das obras mais importantes da carreira do escritor Graciliano Ramos, e compõe o grupo de obras nomeado Ciclo da Seca, da fase regionalista do modernismo. A personagem principal é Paulo Honório, que, em tom confessional, conta sua história com um enredo que tem como plano de fundo o sertão nordestino.

Fogo Morto, de José Lins do Rego

O romance Fogo Morto está entre as obras modernistas da 2ª geração de maior destaque. A obra explora a decadência dos engenhos de cana-de-açúcar no nordeste brasileiro, evidenciando elementos como o cangaço e o fim da escravidão no país. Assim como a obra anterior, Fogo Morto traz diversas características da fase regionalista.

Vale a pena se aprofundar e conhecer bem cada uma dessas três obras modernistas, pois elas costumam aparecer em diversas provas de vestibular.

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