O Auxílio Emergencial é conhecido pela ajuda financeira oferecida no período da pandemia do COVID-19. Agora, ele promete o retorno dentro de uma nova face. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou recentemente que o governo brasileiro vem se mobilizando a fim de reativar o programa ainda em 2024.
No entanto, desta vez, haverá o direcionamento dos recursos para os cidadãos que foram afetados pelos desastres naturais, por exemplo, as recentes chuvas e enchentes do Rio Grande do Sul. Mas, foco, infelizmente, não será para os trabalhadores informais, ou seja, o Auxílio Emergencial buscará um público bem mais amplo nas situações emergenciais.
Simone Tebet, ministra do Planejamento, destacou que o formato novo do Auxílio Emergencial objetivará o atendimento também para os indivíduos que não se encontram cadastrados no sistema do CadÚnico.
Embora esteja ainda na fase do planejamento, o governo brasileiro parece decidido de verdade a não determinar limites para os gastos com esse programa repassado para residentes das regiões sinistradas.
Paralelamente ao suposto retorno do Auxílio Emergencial, é sabido que o governo oferecerá os repasses do Bolsa Família, seguindo o cronograma normal do mês de maio. Então, o benefício terá a liberação acontecendo nos últimos dez dias úteis deste mês, ou seja, amanhã, sexta-feira (17) com a programação específica para cada um dos dígitos finais do NIS (Número de Identificação Social).
Para quem deseja buscar um apoio financeiro por parte do Governo Federal, seja pelo repasse do Bolsa Família ou do Auxílio Emergencial, é preciso efetuar um cadastro e mantê-lo atualizado no sistema do CadÚnico. Ademais, a renda mensal per capita não pode ultrapassar o valor de R$ 218. Lembrando que a inscrição para o Cadastro Único pode ser realizada no CRAS (Centros de Referência em Assistência Social) do município da residência.
Em se tratando de casos como os que estão acontecendo no Rio Grande do Sul, o repasse do benefício será antecipado. Afinal, são mais de 300 municípios decretados sob estado de calamidade, portanto, não haverá a necessidade do seguimento normal do calendário regular.
Em suma, a expectativa de todos é que, tais medidas adotadas pelas diversas esferas do governo, consigam realmente ajudar os cidadãos que estão em situação mais vulnerável. Assim, eles poderão encontrar um grande alívio para as suas condições atuais de vida que foram severamente comprometidas pelos desastres naturais ou mesmo pela situação adversa da economia dos últimos tempos.
O governo, assim, demonstra, uma continuidade em seu compromisso com o apoio à população nos momentos críticos. É ajustando os programas sociais de acordo com a necessidade emergente que a população se reerguerá.