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EDITAL IBGE 2019 vai abrir 196 mil vagas para nível fundamental

196 mil vagas serão reservadas ao cargo de Recenseador, cuja exigência é de nível fundamental.


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai abrir novos editais de concursos públicos em breve. Ao todo, as seleções vão trazer mais de 231 mil vagas temporárias. Desse quantitativo, 196 mil vagas serão reservadas ao cargo de Recenseador, cuja exigência é de nível fundamental.

Conforme informado pelo site Folha Dirigida, o setor de Recursos Humanos trabalha para concluir o fechamento destas oportunidades e detalhes dos concursos do IBGE.

Agora, com a conclusão do fechamento das vagas por cargos e regiões, o IBGE deve informar o cronograma dos próximos dias, lotação das vagas e demais informações sobre o certame.

Os novos editais, com 231 mil vagas temporárias, serão abertas para supervisor (call center), agente censitário municipal, agente censitário supervisor, codificador censitário, supervisor PA e recenseador.

O cargo de agente censitário supervisor, que tem 23.578 vagas previstas, também é bastante aguardado. Para concorrer, o candidato deverá ter nível médio completo. O salário será de R$2 mil, podendo chegar a R$2.458 com o auxílio-alimentação.

Ao todo, o órgão está autorizado a abrir 234.416 vagas temporárias, que serão distribuídas por todos os municípios do país. Os editais devem ser publicados, conforme retificação da portaria autorizativa, até maio de 2020.

Cargos autorizados no concurso IBGE

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FunçãoQuantidade
Coordenador Censitário de Subárea 1600 – Edital divulgado
Coordenador Censitário de Subárea 2850 – Edital divulgado
Agente Censitário Operacional1.760 – Edital divulgado
Supervisor (call center)4 – Edital previsto
Agente Censitário Municipal6.100 – Edital previsto
Agente Censitário Supervisor23.578 – Edital previsto
Codificador Censitário120 – Edital previsto
Recenseador196.000 – Edital previsto
Supervisor PA1.304 – Edital previsto
Recenseador PA4.100 – Edital previsto

Sobre o Censo do IBGE

O que é o Censo? – A palavra censo vem do latim census e quer dizer “conjunto dos dados estatísticos dos habitantes de uma cidade, província, estado, nação”. O Censo é a única pesquisa que visita todos os domicílios brasileiros (cerca de 58 milhões espalhados por 8.514.876,599 km²). Para conhecer a situação de vida da população em cada um dos 5.565 municípios do país. Um trabalho gigantesco, que envolve cerca de 230 mil pessoas, bem diferente da pesquisa amostral, que, como o próprio nome indica, investiga uma amostra da população e, a partir de modelos estatísticos, chega à representação do todo.

Para que serve o Censo? – O Censo é a principal fonte de dados sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. São coletadas informações para a definição de políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal. Os resultados do Censo também ajudam a iniciativa privada a tomar decisões sobre investimentos. Além disso, a partir deles, é possível acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução de outras características da população ao longo do tempo.

Que políticas públicas podem ser geradas a partir dos resultados do Censo? – Através do Censo, o poder público pode identificar áreas de investimentos prioritárias em saúde, educação, habitação, saneamento básico, transporte, energia, programas de assistência à infância e à velhice. E também selecionar locais que necessitam de programas de estímulo ao crescimento econômico e desenvolvimento social.

O Censo interfere nos repasses de verbas públicas? – Ao contar a população, o Censo produz resultados que servem de parâmetro para saber quanto cada cidade receberá de repasse federal. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais realizadas nos anos seguintes, com base nas quais o Tribunal de Contas da União (TCU) define as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios. Além de fornecer informações imprescindíveis para a distribuição orçamentária das pastas da Educação, Cultura, Saúde e Infraestrutura, baseadas no número e distribuição da população.

O Censo interfere na representação política? – Sim. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais, com base nas quais é definido o número de deputados federais, estaduais e vereadores de cada estado e município.

Como a iniciativa privada utiliza os dados do Censo? – Os dados do Censo fornecem parâmetros para as decisões de investimentos do setor privado, como a seleção de locais para a instalação de fábricas, shopping centers, escolas, creches, cinemas, restaurantes etc.

Como os censos surgiram no Brasil? – Antes de 1870, as estatísticas sobre a população brasileira eram conjecturais, destinadas a atender aos interesses de nossa então metrópole, Portugal. Sob recomendação da coroa portuguesa, autoridades eclesiásticas no Brasil contaram a população em 1776, e estimou-se que no Brasil viviam 1.900.000 “almas”.

Quando ocorreu o primeiro Censo no Brasil? – O IBGE considera que o primeiro Censo Demográfico do Brasil foi realizado em 1872, época em que o país era uma monarquia governada pelo imperador D. Pedro II. Além de perguntas sobre sexo, idade, escolaridade e estado civil, religião e deficiência física, o questionário incluía a pergunta se a pessoa era livre ou escrava. Já o primeiro Censo a ser realizado pelo IBGE foi o de 1940.

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4 Comentários
  1. Luiz Diz

    Faltou dizer para quais estados vão ser.

  2. Patrícia Diz

    Queria saber se vale pro Estado do Amazonas- Manaus

  3. Robson Diz

    Quais matérias são cobradas nesse de ensino fundamental?

  4. Altamir correa Diz

    Sugestao gostaria que as provas de acm e acs fossem aplicadas separadamente das provas de recenciadores, porque assim o candindato poderia fazer as duas provas.

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