Imagine receber um pagamento extra que pode surpreender e transformar seu planejamento financeiro no início do ano.
Para milhões de aposentados e pensionistas, 2026 promete uma novidade que já está gerando debates e expectativas: a primeira parcela do 13º salário do INSS pode chegar a R$ 4.237,77.
Um valor capaz de aliviar contas, dar um respiro no orçamento ou, quem sabe, realizar aquele desejo guardado há tanto tempo.
Mas o que deixou essa quantia tão alta? Como essa mudança pode afetar quem depende do benefício? Fique atento, pois essas respostas fazem toda a diferença quando o assunto é dinheiro no bolso. Leia até o fim para não perder nenhum detalhe!
Sabe-se que a antecipação do 13º do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) virou tradição nos últimos anos, ajudando tanto a economia quanto milhões de brasileiros.
Em 2026, as conversas sobre a liberação da primeira parcela continuam aquecidas. Ainda que o Governo Federal não tenha publicado decreto oficial sobre as datas, especialistas, instituições bancárias e segurados esperam que a prática da antecipação seja mantida, criando expectativa de pagamento já no primeiro semestre.
A projeção utiliza números atualizados: com o salário mínimo estipulado em R$ 1.621,00 e o teto do INSS em R$ 8.475,55, a estimativa para a tão esperada primeira parcela do 13º salário já foi projetada.
Nesse contexto, a movimentação dos pagamentos pode dar uma folga no bolso dos beneficiários que planejam suas contas com antecedência e sabem que todo detalhe importa quando se fala de orçamento familiar.
Nem todo beneficiário do INSS recebe o abono anual. Por regra, o pagamento do 13º é feito para:
É importante lembrar: quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) não tem direito ao 13º salário, já que este é destinado exclusivamente para quem contribui para o sistema previdenciário.
O 13º salário do INSS é pago em duas parcelas. Os beneficiários recebem metade do valor bruto primeiro, em desembolso efetuado sem descontos iniciais de Imposto de Renda ou outros encargos para a maioria.
A segunda parcela traz o restante do valor, porém com descontos aplicados conforme a faixa de recebimento e as regras fiscais em vigor.
Para 2026, a estimativa é:
Agora, se o segurado começou a receber o benefício durante o ano passado, o valor é proporcional à quantidade de meses em que esteve ativo.
Com tantas informações circulando, muitas dúvidas aparecem sobre a real data do pagamento e a possibilidade de antecipação. A expectativa em 2026 é de que o pagamento seja liberado entre abril e maio para a maioria dos beneficiários, seguindo o padrão de anos anteriores caso a medida seja confirmada.
Veja a previsão do calendário:
O mesmo padrão se aplica para a segunda parcela, geralmente liberada entre o fim de maio e o início de junho.
Atenção! Fique muito atento a ofertas de antecipação do 13º por bancos privados. Na maioria das vezes, trata-se de crédito consignado, ou seja, um empréstimo, e não o pagamento oficial do INSS.
Optar por aguardar o calendário pode evitar juros desnecessários e garantir o valor integral do benefício sem custos adicionais.
O 13º salário do INSS é uma oportunidade para reorganizar o orçamento familiar. Muitas pessoas aproveitam para quitar dívidas ou investir em necessidades essenciais.
No entanto, com o valor mais elevado, também surgem propostas tentadoras, como antecipação via bancos ou compras a prazo. Avalie bem antes de comprometer esse benefício, evitando juros altos ou usar o recurso em compras impulsivas.
Outra dica relevante: verifique se seus dados bancários e cadastrais estão atualizados no sistema do INSS, pois isso evita atrasos e bloqueios na hora de receber o pagamento.
Para conferir mais sobre o 13º salário do INSS, continue no Notícias Concursos e assista ao vídeo abaixo: