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Enem: 3 dicas essenciais para você desenvolver ao longo da sua preparação

Quando falo de padronizar, estou me referindo a escolher uma só forma de fazer algo e passar a usá-lo sempre que necessário ou cabível. Afinal, o nosso “querido” Enem possui um padrão de prova, então, por que não desenvolver o nosso padrão de preparação?

Padrão de resolução de questões

Antes de tudo, você precisa definir um padrão de resolução e um exemplo clássico e intuitivo é esse: texto, enunciado, alternativas.

A lógica de definir um padrão é a mesma relacionada à definição de uma rotina, pois, ao defini-la, sabemos o que fazer todos os dias e cada vez mais nossas atividades ficam automáticas. Portanto, se você fazer uma questão de uma forma e três de outra, por exemplo, não estará condicionando seu cérebro a uma forma padronizada.

Consequentemente, você pode ficar ” travando” durante resoluções: “é melhor começar essa pelo texto, ah essa é mais curtinha, vou ler só enunciado” , e essa falta de padronização vai se refletir depois na prova, fazendo com que você perca tempo sem perceber por quê estará pensando se vai resolver “assim ou assado”.

Espero ter te convencido a padronizar sua forma de resolver questões, agora vou te mostrar um padrão que muitos estudantes estão usando para resolver provas do Enem

“Padrão inverso” : enunciado, texto, alternativa

As provas do Enem tem uma predominância de questões extensas, com muitos textos, e essa é a principal causa de reclamações do tipo “não deu tempo, chutei umas 10”. Esse tipo de coisa geralmente acontece com alunos que não possuem uma estratégia para resolver questões, portanto, se você é um dos muitos que acaba chutando por falta de tempo vai aí uma dica que embora seja famosa, alguns esquecem de aplicar: não comece pelo texto, comece pelo enunciado.

Fazendo isso, o aluno consegue ler o texto já sabendo o que foi pedido, já sabendo o que a questão quer que ele extraia do texto, ou seja, esse processo facilita a seleção das informações mais relevantes do texto que vão fazer o aluno matar a questão.

Sabe aquela situação comum de ler um “baita” de um texto, ir para o enunciado, logo em seguida para as alternativas e precisar voltar para o texto por quê não soube selecionar as informações corretas? Se você aplicar a dica do padrão inverso essas voltas ao texto vão começar a diminuir, e consequentemente, o tempo que você demorava para concluir a prova também irá (opa, grandezas diretamente proporcionais… se liga que cai todo ano hein).

Padrão na escrita das suas redações

Um dos grandes erros de muitos estudantes é não desenvolver um modelo de escrita durante sua preparação, e isso geralmente tem como causa a vontade de cumprir metas como escrever um “x” número de redações por semana.

Em decorrência dessa grande quantidade de redações, os alunos apenas escrevem e escrevem… com apenas com o intuito de concluí-las, e esquecem de se atentar a COMO estão fazendo essas redações.

Não prestam atenção em selecionar conectivos padronizados, a definir se têm mais facilidade em encontrar as causas de um problema se têm mais facilidade de encontrar as consequências, não se atentam a padronizar a sequência de repertórios, como por exemplo: alusão histórica no introdução, gosto de colocar citações no final do Desenvolvimento 1, gosto de finalizar a conclusão com uma frase que faça um circuito com uma ideia colocada inicialmente na redação… Enfim, é muito importante definir fatores como esses, avaliando suas redações e observando se elas seguem um padrão de escrita, de estruturação,para que esse mesmo padrão sejam seguidos nas próximas redações e assim, possa ser progressivamente aperfeiçoado até o dia da prova.

A lógica disso pode ser demonstrada com um exemplo simples: imagine que você usou 1 conectivo diferente, mesmo que exerçam a mesma função em cada Redação feita durante sua preparação, por causa disso,no dia da prova você terá o trabalho de lembrar de um dos muitos que você usou, quando na verdade poderia ter se poupado desse trabalho se você tivesse usado apenas um conectivo em todas elas.

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