A redação para concursos públicos costuma assustar muitos candidatos, principalmente quando o edital destaca a importância desse componente na prova. Se você deseja garantir sua vaga em 2026, entender o processo de construção de um texto dissertativo-argumentativo pode fazer diferença entre aprovação e eliminação. A redação pode ser o divisor entre conseguir a vaga dos sonhos e perder pontos decisivos, mas a boa notícia é: com prática, orientação e foco em desenvolver habilidades, qualquer pessoa pode se destacar.
Nem todo exame cobra texto escrito, mas quando a redação aparece, normalmente sua pontuação é decisiva na classificação e até como critério de desempate. Muitas vezes, candidatos que foram muito bem na parte objetiva acabam derrapando na redação e ficando de fora da lista final. Ignorar esse aspecto é abrir mão de um componente que, dominado, pode impulsionar o resultado e afastar a concorrência.
Geralmente a proposta costuma seguir o gênero dissertativo-argumentativo, em que o candidato precisa apresentar uma tese, desenvolver argumentos e concluir de maneira coerente.
Lembrando: há concursos que exigem título, outros não. É fundamental ler o edital para não perder pontos por um detalhe simples.
O maior equívoco do candidato é começar sem ter certeza do que é cobrado. Identifique o tema central, faça anotações de ideias principais e defina o recorte exato — por exemplo, se a proposta fala de violência urbana, foque nas causas ou soluções para o contexto urbano, e não para o fenômeno de forma ampla. Nunca fuja do tema!
Use o rascunho para rabiscar argumentos, testar teses e organizar a ordem dos parágrafos. Isso facilita a revisão e ajuda a perceber se o texto faz sentido e se seu posicionamento está bem claro para o leitor. Aproveite para ajustar qualquer ponto confuso antes de passar a limpo.
A prova exige domínio da língua portuguesa, portanto evite abreviações, gírias e termos populares. Preste atenção à ortografia e gramática, e em caso de dúvida sobre um termo, opte por aquele que você tem segurança total.
Não tente impressionar com palavras complexas ou frases longas demais. O examinador valoriza textos claros, coesos e estruturados. Prefira frases curtas, vocabulário conhecido e ideias bem encadeadas.
Cronometre seus treinos durante a preparação. O processo inclui leitura, planejamento, escrita e revisão. Separe de 40 a 60 minutos para a redação e treine esse tempo até que fique confortável realizando todas as etapas com tranquilidade.
A banca estabeleceu número mínimo e máximo de linhas? Siga à risca! Escrever menos ou ultrapassar o limite traz penalizações severas, incluindo anulação. Se tem tendência a ser prolixo, treine síntese. Se tem dificuldade em desenvolver, pratique expandir argumentos sem repetir ideias.
Reserve alguns minutos finais para revisar. Corrija erros, veja se os parágrafos estão ligados, se a tese aparece clara e se todas as ideias fazem sentido. Uma boa revisão elimina distrações, melhora a nota final e demonstra cuidado.
Manter a serenidade, revisar argumentos e treinar com regularidade coloca qualquer candidato em vantagem. Lembre-se: redação não é dom, é treino.
Ao encarar a redação como uma habilidade treinável, a preparação se torna mais leve e eficaz. Cuidar da escrita é investir em todas as etapas da carreira pública. Coloque em prática as estratégias, mantenha-se informado e nunca subestime o poder de um texto bem-feito. Quem se dedica cresce na lista de classificação e pode garantir a tão desejada vaga. E você, já começou seus treinos para garantir um excelente resultado na próxima avaliação?
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