Você já se perguntou quem finalmente recebe quando o assunto é restituição do Imposto de Renda preso na malha fina? Nesta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, cerca de 183 contribuintes começam o ano com uma notícia para aquecer o bolso.
A Receita Federal anunciou o pagamento do lote da malha fina, liberando R$ 403,65 milhões em restituições.
Você pode se beneficiar ou ainda tem dúvidas sobre como funciona todo esse processo? Descubra agora como esse pagamento acontece, quem tem direito e quais os próximos passos para garantir seu dinheiro de volta.
O lote da malha fina abrange aqueles que caíram nas garras do Leão, mas conseguiram regularizar suas pendências com o Fisco.
Em 2026, 182.959 contribuintes terão acesso a valores liberados, resultado da análise cuidadosa de declarações em que foram detectadas inconsistências.
Entre eles, estão pessoas de diferentes faixas etárias e situações específicas. O objetivo é reconhecer quem validou informações e se manteve em dia.
Se você deseja saber se está no grupo que receberá a restituição, basta acessar o site da Receita Federal. O processo é simples:
Esse serviço foi disponibilizado desde o último dia 23, permitindo o acompanhamento do status da declaração em poucos minutos.
O pagamento da restituição será realizado diretamente na conta informada na declaração ou via chave Pix do tipo CPF, se o contribuinte optou por essa modalidade. Isso garante rapidez na liberação dos valores.
No entanto, se por acaso a restituição não cair devido a problemas como conta desativada, o valor fica disponível para resgate por até um ano no Banco do Brasil.
O agendamento pode ser feito para qualquer conta bancária, seja pelo Portal BB ou pelos telefones da Central de Relacionamento (4004-0001, 0800-729-0001, 0800-729-0088 para deficientes auditivos).
Quem não fizer o resgate em até um ano deve solicitar o valor no Portal e-CAC. O contribuinte precisa acessar “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, depois, em “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”. O procedimento é totalmente digital e seguro.
Caso ainda haja dúvidas ou sua restituição não esteja liberada, vale a pena acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) para verificar o extrato da declaração. Se alguma pendência persistir, é recomendável enviar uma declaração retificadora e aguardar os próximos lotes.
Os contribuintes que identificarem erro ou omissão devem agir com agilidade, pois o envio de informações corretas aumenta as chances de liberação nos próximos pagamentos. Manter-se atento às comunicações é fundamental para evitar surpresas negativas.
O lote de janeiro também contempla restituições residuais de anos anteriores. Muitos brasileiros aguardam recursos referentes a declarações retificadas ou revisadas, reforçando a necessidade de acompanhar de perto suas situações fiscais.
Quem regularizou débitos ou corrigiu inconsistências pode, assim, receber junto com o lote atual uma quantia relativa a períodos passados.
Seguindo essas recomendações, você diminui as chances de ter problemas com a Receita Federal e agiliza a restituição.
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