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Concursos federais: congelamento de gastos vai afetar novos editais?

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Ana C

Quando se trata de congelamentos de despesas públicas, muito se pergunta sobre os novos editais dos concursos federais.

Pois bem, trouxemos todos os detalhes a seguir. Veja.

Sobre os concursos federais

A ministra da Gestão e da Inovação, Esther Dweck, assegurou que o congelamento nas despesas públicas não afetará os concursos federais previstos para 2024.

A ministra, deu entrevista em Jornal O Globo, explicou que, embora todos os ministérios estejam sujeitos a um congelamento de R$ 15 bilhões nas despesas, o quadro de pessoal, incluindo os concursos, não será impactado.

Detalhes do Congelamento e Impactos no Quadro Pessoal

Dweck destacou que o congelamento se aplica a várias áreas, mas não ao quadro de pessoal, onde estão incluídos os certames federais.

Isso significa que os concursos planejados para 2024 ocorrerão conforme o previsto, sem serem afetados pela restrição orçamentária.

Vai ter novo CNU?

Além disso, a ministra revelou que o governo federal está considerando a possibilidade de realizar uma nova edição do Concurso Nacional Unificado (CNU) em 2025.

No entanto, essa decisão depende da disponibilidade orçamentária e do orçamento do próximo ano.

Dweck já havia expressado interesse em realizar uma nova edição do edital unificado, que uniria as vagas autorizadas em 2024 e 2025.

Apesar do interesse, a ministra enfatizou que ainda não há garantia de que o CNU será realizado devido às limitações orçamentárias.

Força deTrabalho concursos federais

Outra informação relevante é que as vagas em concursos federais serão feitas de forma separada.

A Secretaria de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) está atualmente realizando o Dimensionamento da Força de Trabalho nos órgãos federais.

Essa iniciativa visa a uma melhor organização e alocação das vagas de acordo com as necessidades específicas de cada órgão.

Concursos federais: congelamento de gastos vai afetar novos editais? Imagem: Reprodução

Concursos autorizados

Veja lista dos concursos federais autorizados:

Concurso IBAMA

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) anunciou a autorização para um novo concurso público. Serão oferecidas 260 vagas de nível superior, distribuídas entre os seguintes cargos:

  • Analista Administrativo: 130 vagas
  • Analista Ambiental: 130 vagas

Os candidatos aprovados terão um salário inicial de R$ 8.817,72, além de benefícios adicionais.

Jardim Botânico do Rio de Janeiro e concursos federais

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro está se preparando para lançar um novo concurso público.

A comissão organizadora já foi formada e a previsão é que o edital seja publicado em breve. Serão disponibilizadas 20 vagas de nível superior nos seguintes cargos:

  • Analista em Ciência e Tecnologia: 11 vagas
  • Pesquisador: 5 vagas
  • Tecnologista: 4 vagas

As remunerações iniciais variam de acordo com o cargo:

  • Analista e Tecnologista: R$ 7.025,48
  • Pesquisador: R$ 12.634,13

Concurso ANM

O concurso da Agência Nacional de Mineração (ANM) foi oficialmente autorizado e deve ocorrer em breve!

A autorização foi publicada no Diário Oficial nesta terça-feira, 16 de julho.

No total, serão oferecidas 220 vagas para candidatos de nível superior, distribuídas da seguinte maneira:

  • 180 vagas para Especialista em Recursos Minerais
  • 40 vagas para Analista Administrativo

De acordo com o documento, o edital de abertura do concurso deverá ser publicado no prazo máximo de seis meses a partir da data de autorização.

Conheça os cargos

Conhecer os cargos é fundamental para quem deseja prestar um concurso Veja as atribuições de cada carreira ofertada pelo concurso ANM

Especialista em Recursos Minerais do ANM

Este profissional é responsável por avaliar, monitorar e gerir recursos minerais, garantindo a exploração sustentável e responsável das riquezas minerais do país.

Suas atividades podem incluir a análise de projetos de mineração, a fiscalização de atividades mineradoras e a elaboração de estudos técnicos.

É preciso ter:

  • Formação superior em áreas relacionadas às geociências, engenharia de minas, geologia, entre outras áreas afins.

Entre as principais funções, podemos citar:

  • desenvolvimento de pesquisas e estudos,
  • elaboração de relatórios técnicos,
  • inspeção de operações mineradoras,
  • e consultoria técnica para o desenvolvimento de políticas públicas no setor mineral.

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