No último domingo (16), durante mais um debate entre os candidatos à presidência do país, entrou em pauta o programa social Auxílio Brasil. O atual presidente da República, Jair Bolsonaro, soltou mais uma promessa.
De acordo com o chefe do Executivo, o Auxílio Brasil pode ser transformado em um programa permanente. Bolsonaro ainda alegou que a bancada do PT votou contra o benefício de R$ 600 do projeto, dizendo que “eles não têm qualquer preocupação com os mais pobres”.
Na ocasião, o candidato também criticou o programa antecessor, o Bolsa Família, dizendo que a política pública pagava uma quantia significativamente inferior. A vitalidade do Auxílio Brasil foi anunciada assim que foi feito o primeiro questionamento acerca do orçamento público.
Em resposta, Bolsonaro disse que trabalhará por uma “reforma tributária para garantir que esse programa seja vitalício”, concluiu. Vale ressaltar que em outras ocasiões, o candidato afirmou que se for reeleito manterá o Auxílio Brasil em 2023 no valor de R$ 600.
De acordo com a aprovada PEC das Bondades, o aumento de R$ 200 no Auxílio Brasil, assim como outras iniciativas sociais, terminará em dezembro de 2022 e, para que pudesse ser aprovada, foi necessário decretar estado de calamidade pública.
O Auxílio Brasil é direcionado as famílias brasileiras em situação de vulnerabilidade social, desde que façam parte do sistema do Cadastro Único (CadÚnico).
No entanto, este grupo de brasileiros deve se enquadrar nas condições estabelecidas pelo programa social. Veja quais a seguir:
No entanto, existem três possibilidades para recebimento do Auxílio Brasil: