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SP confirma dois casos da nova mutação do coronavírus

O aparecimento de casos da nova mutação do coronavírus no Brasil traz alerta ao país. A princípio, dois casos da B.1.1.7 foram identificados em São Paulo. Logo depois, das festas de fim de ano e confirmados no dia 4 deste mês.

Em geral, os dois casos são de pessoas jovens que tiveram contatos com viajantes do Reino Unido. De antemão, uma mulher de 25 anos e um homem de 34 anos. Por fim, os dois são moradores da capital paulista.

A confirmação da Cepa foi feita por sequenciamento genético. Nesse caso, realizado pelo Dasa com o Instituto de Medicina Tropical da USP. Por fim, a investigação está em andamento, por isso, não se tem muitos detalhes.

Nova mutação do coronavírus

Esses casos da nova mutação do coronavírus, se demonstra bem mais transmissível. Logo, acredita-se que ela pode ser até 74% mais contagiosa. Contudo, ainda não há registro de casos envolvendo gravidade.

Apesar da maior taxa de contágio, os cuidados preventivos devem continuar os mesmos. A princípio, deverá manter o distanciamento social, o uso de máscaras e álcool gel. Porém, a preocupação com o aumento dos casos e ocupação das UTIs.

Até o momento, os cientistas não identificam essa nova cepa como mais letal. Também, não há pesquisas que falam sobre a resistência do vírus às vacinas. No entanto, não deve-se baixar a guarda, devido ao elevado número de óbitos no país.

Testes e os casos da nova mutação do coronavírus

Alguns cientistas levantam a preocupação com os testes atuais. A primeira vista, acredita-se que alguns possam apresentar falso negativo. Ou seja, a pessoa está doente e o exame diz que não tem o vírus.

A preocupação maior é com os testes que identificam a proteína S, ou Gene Spike. Sobretudo, é o que foi alterado pela mutação nos casos da nova mutação do coronavírus. Em outras palavras, pacientes com a nova mutação, não tinham o gene S.

Apesar do alerta, o Brasil já está utilizando testes que buscam mais de um alvo. Com isso, reduz o impacto negativo no monitoramento da covid-19. Apesar disso, vale ressaltar que exames como o RT-PCR não especificam a variante  do vírus.

Recomendações para os casos da nova mutação do coronavírus

Como essa é uma variante que não tem ampla identificação na população. A princípio, deve-se manter o isolamento social, o uso de máscaras e álcool gel. Por fim, essas são as melhores formas de combater o avanço do vírus.

A preocupação está com um aumento grande no número de casos. Com isso, gerando picos ainda maiores do que os da primeira onda. Bem como, uma superlotação dos serviços de saúde, gerando um número maior de óbitos.

É importante ter a consciência de que o aumento no número de casos. Também está relacionado ao comportamento inadequado da população, principalmente entre jovens. Por fim, é errado associar o aumento, somente aos casos da nova mutação do coronavírus.

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