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Senado da Argentina legaliza o aborto

O Senado da Argentina aprovou na madrugada desta quarta-feira (30) a legalização do aborto. Agora, as mulheres do país têm o direito de interromper a gravidez de maneira segura até a  14ª semana de gestação.

O Congresso contabilizou os votos durante a noite e havia a expectativa de que a aprovação do marco regulatório acontecesse de maneira apertado. No fim, porém, 38 senadores votaram a favor da legalização e 29 parlamentares votaram contra. Apenas um senador se absteve.

A matéria já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados no início do mês e conta de forma inédita com pleno apoio do presidente argentino, Alberto Fernandez, que deve agora sancionar a matéria.

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A celebração nas ruas devido à legalização do aborto aprovada no Senado

Madrugada adentro, grupos que apoiam a medida de legalização do aborto acamparam nas ruas de Buenos Aires à espera de uma resposta do Congresso. No fim, milhares de mulheres e homens ouviram e celebraram a contagem final de votos.

No vídeo da Agência Télam, é possível ver o momento em que os manifestantes, vestidos de verde, recebem a notícia:

O aborto na Argentina será agora legal, seguro e gratuito, de acordo com a regulamentação na Alta Casa de Leis do país.

A questão histórica da legalização

O aborto é crime na argentina e pode gerar uma pena de quatro anos de cadeia. Essa regra não vale, porém, quando a mãe é vítima de estupro. Todos os anos, segundo o jornal El País, 300 mil abortos são realizados na Argentina. Isso, pelo menos, segundo os números oficiais, que dizem ainda que 40 mil mulheres chegam a ser internadas em estado.

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