Você já pensou nas estratégias financeiras interessantes que algumas pessoas adotam por aí? Uma que tem chamado atenção é a decisão de não ter propriedades registradas em seu próprio CPF.
Isso pode parecer peculiar, mas há aqueles que afirmam ter boas razões para seguir essa abordagem. Pronto para explorar esse mistério financeiro de evitar ter bens no CPF?
Existem várias razões para evitar registrar bens no seu CPF, pois isso pode acarretar em riscos e problemas que afetam seu patrimônio e o de sua família. Vamos analisar os motivos para adotar essa prática:
Para quem busca construir um patrimônio visando gerar renda passiva por meio de aluguel, a diferença tributária é significativa. Pessoas físicas pagam 27,5% de imposto sobre os aluguéis, enquanto pessoas jurídicas pagam 15%. Além disso, a venda de um imóvel implica em um imposto de renda de 15% sobre o ganho de capital para pessoas físicas, enquanto pessoas jurídicas podem ter isenções ou reduções, dependendo do regime tributário escolhido.
Sem um planejamento sucessório adequado, os bens podem passar por um processo de inventário demorado e dispendioso, chegando a custar até 45% do valor total em impostos e taxas. Isso significa que os herdeiros podem ser obrigados a pagar uma quantia substancial imediatamente, muitas vezes resultando na venda dos bens a preços mais baixos.
Em caso de ações judiciais, como dívidas, acidentes ou processos trabalhistas, seus bens podem ser penhorados ou bloqueados para assegurar o pagamento de indenizações ou condenações. Embora seja impossível proteger totalmente um patrimônio, existem maneiras de reduzir os riscos. Manter propriedades dentro de uma empresa, especialmente se não houver execuções ou ações legais contra o proprietário, pode ser uma forma eficaz de mitigar esses riscos.
No caso de casamentos com comunhão de bens, uma separação ou divórcio pode afetar seus bens, resultando em conflitos e disputas com o cônjuge. Isso pode levar à divisão de metade do patrimônio ou a pagamentos substanciais de pensão alimentícia.
Vamos ver agora como proteger seu patrimônio e o de sua família por meio de soluções jurídicas apropriadas. Duas das estratégias mais comuns e eficazes são as seguintes:
A trajetória de famílias como a Odebrecht e Marinho ilustra como um planejamento sucessório bem estruturado pode preservar patrimônios e empresas: