Um começo de temporada que poucos esperavam: Bia Haddad, principal tenista brasileira na atualidade, enfrentou novo revés em 2026 e segue sem vencer.
A queda diante da ucraniana Dayana Yastremska no WTA 500 de Abu Dhabi marcou sua terceira derrota em sequência no circuito profissional, impactando diretamente sua posição no ranking mundial e ligando o alerta para quem acompanha de perto o tênis feminino nacional.
Desempenho de Bia Haddad na temporada 2026
Bia Haddad iniciou 2026 tentando recuperar o ritmo após uma pausa de três meses nas competições. A expectativa era alta, mas a falta de vitórias evidenciou as dificuldades encontradas pelo caminho.
Desde a estreia no WTA 500 de Adelaide até a eliminação precoce no Australian Open, a atleta não conseguiu repetir o desempenho sólido de temporadas anteriores.
Isso evidencia o desafio que é retornar ao topo depois de um tempo afastada das quadras.
Bia Haddad enfrenta desafios físicos e técnicos desde 2025
No último trimestre de 2025, a tenista optou por priorizar a saúde física e mental. O afastamento, embora fundamental para seu bem-estar, acabou afetando a sequência positiva que havia conquistado ao longo daquele ano.
Sua última vitória foi registrada em setembro de 2025, no WTA de Seul. Desde então, a busca continua por reencontrar seu melhor tênis, sem sucesso até agora.
Derrotas recentes e impacto no ranking
As derrotas em 2026 envolvem duelos com adversárias em diferentes fases da carreira. Em Abu Dhabi, a brasileira foi superada por Dayana Yastremska por 2 sets a 0 (6/2 e 7/5).
No Australian Open, enfrentou jogo duro contra Yulia Putintseva e, apesar do bom início vencendo o primeiro set, acabou perdendo também.
Estes resultados fizeram com que Bia Haddad caísse para a 68ª posição no ranking da WTA, sete lugares abaixo do ano anterior.
Erros que marcaram as partidas
Dados chamam atenção: no confronto diante de Putintseva, Bia cometeu sete duplas faltas e 47 erros não forçados, contra apenas 27 da adversária. Erros técnicos como esses mostram o quanto ainda há a ser ajustado para que ela volte a competir de igual para igual com as oponentes mais consistentes do circuito.

O que explica o momento complicado de Bia Haddad?
Existem diversos fatores que ajudam a entender por que o momento é de dificuldades. Além do tempo de inatividade, a pressão para obter resultados rápidos pode interferir no desempenho mental. Ainda, mudanças na dinâmica do circuito e o crescimento técnico das rivais diretas aumentam a concorrência.
Principais adversárias em ascensão
Dayana Yastremska, responsável pela eliminação em Abu Dhabi, vem apresentando evolução. Yulia Putintseva, que não figurava nem entre as 100 melhores do mundo, também surpreendeu pela consistência. Este cenário reforça que, no tênis profissional, qualquer vacilo pode custar caro no ranking mundial.
A repercussão no cenário brasileiro
Com as recentes quedas, o Brasil se vê temporariamente sem representantes femininas avançando no circuito principal. Enquanto isso, as atenções se voltam para outros nomes, como João Fonseca, que segue firme em busca de bons resultados no circuito masculino.
O desempenho de Bia Haddad é acompanhado de perto, pois ela representa inspiração para jovens atletas brasileiras que sonham com o topo do tênis mundial.
Comparativo com temporadas anteriores
Em anos anteriores, Bia Haddad chegou a alcançar fases avançadas de torneios importantes, incluindo títulos que a colocaram entre as principais tenistas do mundo.
O contraste entre o passado vitorioso e o presente de incertezas chama a atenção dos analistas. Por isso, entender os dois lados da moeda é importante para avaliar as possibilidades de recuperação ainda em 2026.
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