Engenheiros de IA já recebem salários iniciais de até R$ 27.100 no Brasil — e a busca por esses profissionais não para de aumentar. Essa é a realidade do engenheiro de inteligência artificial no Brasil, segundo o Guia Salarial da consultoria Robert Half. E não é só essa função que paga bem
O relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, aponta que a IA deve criar 170 milhões de novos postos de trabalho até 2030, ao mesmo tempo em que elimina 92 milhões. O saldo é positivo, mas a diferença será feita por quem estiver preparado.
A resposta está nos números. Segundo o Guia Salarial 2026 da Robert Half, 44% das empresas brasileiras planejam ampliar suas equipes de tecnologia neste ano. Além disso, 48% dos gestores estão dispostos a pagar mais para candidatos com certificações em IA e machine learning.
A transformação vai além do setor de tecnologia: saúde, finanças, agronegócio e varejo já adotam ferramentas inteligentes para otimizar resultados. Isso amplia a demanda por profissionais que combinam conhecimento técnico com visão estratégica.
Esse profissional projeta, constrói e implementa modelos de aprendizado de máquina. Ele cria algoritmos capazes de aprender com dados e fazer previsões de forma autônoma. De acordo com o ranking do LinkedIn, o engenheiro de IA lidera a lista de profissões mais promissoras para 2026, com faixa salarial entre R$ 19.500 e R$ 27.100.
O cientista de dados coleta, processa e analisa grandes volumes de informações para gerar valor para empresas. Com a IA, o trabalho se torna ainda mais estratégico, pois envolve treinar modelos e interpretar resultados que orientam decisões de negócio. A média salarial no Brasil varia entre R$ 8.000 e R$ 20.000, dependendo da experiência.
Com o avanço da inteligência artificial, cresce a preocupação com seu uso responsável. Esse profissional garante que os sistemas sejam desenvolvidos de forma justa, transparente e livre de preconceitos. É uma das carreiras mais novas e com forte tendência de crescimento para os próximos anos.
Uma das profissões na área da inteligência artificial mais recentes, o engenheiro de prompt cria instruções que guiam modelos de IA generativa, como o ChatGPT. O objetivo é extrair respostas mais precisas e úteis, otimizando o desempenho da tecnologia para tarefas específicas.
Focado na aplicação prática, esse desenvolvedor integra a inteligência artificial a produtos e serviços já existentes. Ele trabalha para criar aplicativos, softwares e sistemas que resolvam problemas reais dos usuários, melhorando a experiência e a eficiência operacional.
Esse profissional atua como ponte entre as equipes técnicas e as áreas de negócio. Ele define a visão estratégica para produtos baseados em IA, garantindo que a tecnologia entregue valor real aos clientes. É uma função que exige tanto conhecimento técnico quanto habilidades de comunicação e liderança.
O arquiteto de IA planeja e desenha toda a infraestrutura tecnológica necessária para suportar operações de inteligência artificial. Desde a gestão de dados até a escolha das plataformas adequadas, esse profissional tem uma visão global do ecossistema de uma organização.
Para se destacar, não basta dominar uma linguagem de programação. O mercado cobra um conjunto de competências que inclui:
Segundo o Fórum Econômico Mundial, cerca de 39% das habilidades exigidas atualmente precisarão de atualização até 2030.
O caminho passa pela educação contínua. Cursos de especialização, certificações em plataformas de nuvem (AWS, Google Cloud, Azure) e participação em comunidades de dados são estratégias recomendadas. No Brasil, já existem cerca de 500 opções de formação na área, entre cursos livres, graduações e pós-graduações.
Para mais informações sobre carreiras e oportunidades, acesse o portal Notícias Concursos.
Se você quer conquistar ganhos acima de R$ 20 mil no mercado de trabalho, precisa conhecer as cinco áreas que podem te proporcionar esse valor: