Muita gente se pergunta qual é o plural de “hífen” e, embora a dúvida pareça simples, a resposta pode surpreender: há duas formas consideradas corretas, “hifens” e “hífenes”.
Quem já precisou revisar textos, preparar redações ou responder questões de gramática provavelmente já se deparou com essa questão. Por isso, entender essas variações não apenas esclarece a dúvida, como também ajuda a ampliar o conhecimento sobre as regras e curiosidades da língua portuguesa.
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É comum encontrar pessoas que hesitam ao tentar formar o plural de “hífen”. O fato é que há duas maneiras cultas e aceitas de pluralizar esse termo: “hifens” e “hífenes” estão corretas.
No Brasil, “hifens” é a preferência em produções escritas e provas; já “hífenes” aparece mais frequentemente em Portugal, embora também possa ser utilizada no Brasil, principalmente em contextos mais formais ou acadêmicos.
Um ponto interessante que gera dúvidas é a presença (ou ausência) do acento. No singular, “hífen” é acentuado por ser uma paroxítona terminada em “n”. Porém, ao fazer o plural “hifens”, a palavra passa a terminar em “s”, o que elimina a obrigatoriedade do acento gráfico, pois a regra geral das paroxítonas diz que aquelas que terminam em “s” não são acentuadas.
Assim, temos “hifens” sem acento e “hífenes” com acento, por manter o padrão de tonicidade e terminação diferente. Essa particularidade ilustra como pequenas mudanças impactam a ortografia.
O hífen (“-”) é um sinal gráfico utilizado para unir palavras, elementos de palavras ou pronomes. Embora seja apenas um pequeno traço, sua função é bastante importante na coesão e estruturação da escrita em língua portuguesa.
Concursos, vestibulares e o ENEM cobram frequentemente o entendimento correto desse sinal – tanto em ortografia quanto em análise sintática ou formação de palavras compostas.
O termo “hífen” tem raízes antigas: veio do latim “hyphen”, que por sua vez deriva do grego “hyphén”, com o sentido de “junto” ou “sob um”. Essa origem revela o propósito original do símbolo: unir e dar coesão aos termos na escrita.
A história do vocábulo reforça a importância desse traço para a língua e explica por que é tão presente no cotidiano acadêmico e profissional.
Além de compreender seu plural, quem estuda português pode se beneficiar revisando as principais regras de uso desse sinal gráfico, fundamentais em provas e em redações que prezam pela norma culta.
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