Milhares de estudantes podem garantir uma renda extra enquanto estão no ensino médio em 2026, mas poucos sabem quais são as condições para conseguir esse benefício. Apesar de não haver necessidade de inscrição, o acesso ao Pé-de-Meia exige mais do que apenas estar matriculado na escola.
Mas, afinal, o que realmente determina quem vai receber os incentivos financeiros do programa? Os detalhes dos requisitos e o valor que cada estudante pode adquirir despertam o interesse de quem busca oportunidades e permanência na educação pública. Confira agora e descubra tudo!
O Pé-de-Meia é uma iniciativa do Governo Federal lançada em novembro de 2023, que concede incentivos financeiros a estudantes do ensino médio público. Sua criação busca reduzir a evasão escolar e promover a conclusão dos estudos. O programa funciona como uma poupança, na qual uma parte do dinheiro pode ser utilizada durante o curso e outra parte só é liberada após a formatura no ensino médio.
Segundo o Ministério da Educação, o Pé-de-Meia pretende democratizar o acesso à educação, estimular a mobilidade social e ampliar a inclusão educacional entre jovens em situação de vulnerabilidade.
Para ser contemplado pelo Pé-de-Meia em 2026, o estudante deve atender a critérios objetivos. Os requisitos estabelecidos são:
O simples fato de estudar em escola pública não garante acesso automático ao benefício. O estudante precisa comprovar o cumprimento de todas as condições exigidas em cada etapa do ano letivo.
O programa exige que o aluno cumpra quatro condições principais ao longo do ano para liberar os pagamentos. O descumprimento das regras pode resultar na suspensão dos incentivos.
Veja quais são elas:
O valor máximo que um estudante pode atingir no Pé-de-Meia chega a R$ 9.200 ao longo dos três anos do ensino médio, incluindo incentivos de matrícula, frequência, aprovação anual e participação no Enem.
Os valores são depositados diretamente em uma conta poupança digital, aberta automaticamente pela Caixa Econômica Federal em nome do estudante após ingresso no programa. Os incentivos de matrícula e frequência podem ser utilizados enquanto o estudante ainda estiver no ensino médio. Já os valores referentes à aprovação e à participação no Enem só estarão disponíveis para saque após a conclusão da etapa.
Toda a comprovação de requisitos depende da integração entre as redes de ensino e o Ministério da Educação (MEC). O aluno e sua família devem garantir que o cadastro no CadÚnico esteja atualizado, incluindo informações corretas da matrícula. Os dados escolares são repassados à administração do programa para validação automática.
Não é necessário entregar documentos físicos diretamente na escola ou nos órgãos públicos para receber o Pé-de-Meia. A análise ocorre toda de forma digital, com cruzamento de informações do CadÚnico, sistema escolar e bases do MEC.
O Ministério da Educação divulga o calendário de liberação dos pagamentos. O estudante pode consultar a disponibilidade dos valores e o extrato da conta poupança pelo aplicativo Caixa Tem. No caso de alunos menores de idade, a movimentação dos valores exige autorização dos pais ou responsáveis, que pode ser feita pelo próprio aplicativo ou presencialmente em uma agência da Caixa.
Além disso, há o app Jornada do Estudante e a plataforma oferecida pela MEC, onde também é possível encontrar informações sobre a liberação do benefício, valores e datas.
O Pé-de-Meia é administrado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, com participação da Caixa, Ministério da Fazenda e outros parceiros institucionais. Informações oficiais e atualizadas estão disponíveis nas páginas institucionais do Ministério da Educação e da Caixa Econômica Federal.
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Aproveite e assista ao vídeo abaixo para entender como fazer o seu dinheiro do Pé-de-Meia render: