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Operação Faroeste hoje: MP quer manter prisão preventiva

MPF requer manutenção de prisão preventiva para investigados na Operação Faroeste
MPF requer manutenção de prisão preventiva para investigados na Operação Faroeste (Imagem: Agban)

O Ministério Público Federal (MPF) solicitou hoje (17), ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), a manutenção da prisão preventiva de Adailton Maturino, Antônio Roque, Geciane Maturino, Márcio Duarte, Maria do Socorro e Sérgio Humberto, réus investigado na Operação Faroeste.

Eles estão presos desde novembro do ano passado pela prática dos crimes de lavagem de dinheiro, constituição e integração de organização criminosa. Para o MPF, é imprescindível a manutenção das prisões para que as provas relativas aos seis réus continuem sendo colhidas.

No pedido enviado à Corte Especial do STJ, o MPF ressalta que, além das três ações penais já iniciadas, há, ainda, outras três linhas de apuração autônomas que têm como base o Inquérito 1.258/DF, que deu origem à Operação Faroeste.

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Como está a Operação Faroeste hoje

Na peça enviada ao STJ, assinada pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, o MPF justifica a manutenção das prisões preventivas dos réus alegando que, contra eles, “pesam atos graves que abalam a ordem pública e a normal colheita de provas, contemporâneos e cuja única resposta para sua cessação é a prisão preventiva”.

O MPF também alega que não houve alteração na situação dos réus da Operação Faroeste que justificasse a soltura.

Ao fim do documento enviado ao STJ, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo afirma que “os réus presos já têm contra si evidência de atuação com alteração da verdade e falsificação de documentos, com absoluta complacência e contaminação do Poder Público estadual, ao passo que a execução de morte de dois consortes relacionados aos fatos em apuração reafirma o risco que a liberdade deles traz para o sucesso do caso”.

O documento cita ainda que a prisão dos réus é necessária porque, mesmo após a deflagração da Operação Faroeste, agricultores continuaram sendo extorquidos e ameaçados por pistoleiros. “Em outras palavras, constata-se, no caso concreto, indícios de reiteração delitiva em um contexto de corrupção sistêmica, o que coloca em risco a ordem pública”.

As informações desta reportagem são do portal oficial do MPF.

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