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Novo ministro da Saúde desagrada o “centrão”

novo ministro da Saúde não era a escolha perfeita para o centrão - grupo político que costuma negociar apoio conforme as circustância do Poder (Imagem: Reprodução)
novo ministro da Saúde não era a escolha perfeita para o centrão – grupo político que costuma negociar apoio conforme as circustância do Poder (Imagem: Reprodução)

A escolha do novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, desagradou o centrão da Câmara dos Deputados. Segundo o grupo, que conta com mais ou menos 200 parlamentares, o médico presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia não deveria substituir Eduardo Pazuello na pasta.

De acordo com parte desses deputados, o nome preferido de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, era Ludhmila Hajjar, professora da Universidade de São Paulo. Ela, no entanto, se negou a assumir a Saúde devido às incompatibilidades com a visão do presidente da República Jair Bolsonaro (Sem Partido).

Outro motivo para a insatisfação do centrão seria a origem da indicação do novo ministro da Sáude. Segundo interlocutores do Planalto, ele é amigo pessoal do senado Flávio Bolsonaro, filho do presidente, e teria chegado ao conhecimento de Bolsonaro a partir daí.

Perfil do novo ministro da Saúde

Marcelo Queiroga Ele é a favor da vacinação e contra o “tratamento precoce”, que segundo todas as autoridades sanitárias, não existe.

Ainda assim, ele disse, em entrevista à CNN, ser a favor de um lockdown apenas em “situações extremas”.

“Esse termo de lockdown decorre de situações extremas. São situações extremas em que se aplica. Não pode ser política de governo fazer lockdown. Tem outros aspectos da economia para serem olhados”, afirmou.
Sobre seu novo ministro, Bolsonaro disse que já conhecia Quiroga há alguns anos e que ele dará sequência ao trabalho que vinha sendo realizado por Eduardo Pazuello. O general, ontem, pediu para sair do governo, alegando problemas de saúde.

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