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Caixa oferece linha de crédito para servidores públicos; veja os benefícios

Confira

A Caixa anunciou uma nova linha de crédito para a aquisição de casa própria com taxa atrelada à inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). É de conhecimento público que haverá uma taxa bem baixa, de 2,95% ao ano mais IPCA. Porém, essa taxa só é válida para servidores públicos e em “condições especiais” (clientes com conta salário no banco, prestação do financiamento debitada direto na conta e perfil de bom pagador).

Para trabalhadores do setor privado que se encontram nestas “condições especiais”, a menor taxa oferecida é de 3,25% ao ano mais IPCA. As taxas variam para servidores e trabalhadores do setor privado e de acordo com o relacionamento do cliente com o banco. Veja a tabela abaixo:

  • Trabalhadores do setor público
  • Condições especiais: 2,95% a.a. + IPCA
  • Com relacionamento + conta salário: 3,95% a.a. + IPCA
  • Com relacionamento com a Caixa: 4,45% a.a. + IPCA
  • Sem relacionamento com a Caixa: 4,95% a.a. + IPCA
  • Trabalhadores do setor privado
  • Condições especiais: 3,25% a.a. + IPCA
  • Com relacionamento + conta salário: 4,25% a.a. + IPCA
  • Com relacionamento com a Caixa: 4,75% a.a. + IPCA
  • Sem relacionamento com a Caixa: 4,95% a.a. + IPCA

A partir do dia 26 de agosto (próxima segunda-feira), esse novo modelo estará disponível, somente para novos contratos. Ele pode ser usado para financiar até 80% do valor de imóveis novos e usados, com prazo de até 360 meses. O valor da prestação será corrigido todo mês. O cliente vai poder escolher o modelo atual, que cobra juros entre 8,5% e 9,75% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Os juros do financiamento imobiliário ficam limitados à taxa prefixada pela Caixa, pois a TR é igual a zero desde 2017 devido à queda da taxa Selic. Esses juros vão ser usados para financiar imóveis (Sistema Financeiro de Habitação) e pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário). Vale lembrar que essas taxas não são válidas para o Minha Casa, Minha Vida, que cobra juros mais baixos.

Como vai funcionar a Reforma da Previdência para servidores públicos? Saiba!

A reforma da Previdência possui regras de transição para todo caso, como é possível ver aqui neste post. São cinco regras. Porém, para os atuais servidores públicos, a Previdência prevê dois tipos de transição: A transição por pontos e idade, e a transição pedágio. As regras são um pouco diferentes para professores. Saiba mais.

Atualmente, os servidores públicos têm de ter 60 anos de idade e 35 anos de contribuição para homem e 55 anos de idade e 30 anos de contribuição para mulheres para poderem se aposentar. E os que estão em transição de reformas anteriores precisam de 20 anos no serviço público além de dez anos na carreira e cinco no cargo em que se aposentarem.

Transição por pontos e idade

O deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) e seu substitutivo garantiram que todos os servidores atuais seguem a mesma regra de transição, mesmo que tenham entrado antes (ou depois) da última reforma, que aconteceu em 2003. Sendo assim, os servidores federais homens devem ter 61 anos de idade e 35 anos de contribuição. As mulheres devem ter 56 anos de idade e 30 anos de contribuição. Vale lembrar que haverá uma soma anual dos pontos de idade + tempo de contribuição até janeiro de 2022, quando a idade mínima será de 62 anos para homens e 57 anos para mulheres, e a soma dos pontos chegará a 105 para homens e 100 para mulheres.

Transição pedágio

Essa transição é para quem já está perto de se aposentar, com idades de 61 ou 57 e tempos de contribuição de 35 e 30, sendo iguais à mesma regra de transição aplicada ao Regime Geral. Os servidores ainda devem ter 20 anos de serviço público e 5 no cargo em que se aposentar.

O pedágio será de 100% do tempo que faltar para chegar aos anos de contribuição. Por exemplo: Se faltarem dois anos, a pessoa cumprirá quatro no total: dois até chegar ao tempo normal exigido, e mais dois de “pedágio”.

Para professores

Os professores tem regras diferenciadas, seguindo o padrão geral do INSS. Reduz-se em cinco anos a idade, bem como o tempo de contribuição e soma. Por exemplo, uma professora (educação infantil ou ensino básico) deve ter 51 anos de idade, 25 anos de contribuição e 81 pontos na soma. Também serão exigidos mais números na idade e na soma, a partir de 2020 até 2030. Para quem escolher transição com pedágio de 100% do tempo de contribuição faltante, a idade irá diminuir em dois anos e contribuição em cinco.

Governo vai efetuar corte em carreiras e mudar regra de estabilidade para servidores

O Ministério da Economia vai realizar uma reforma da administração pública que vai atingir os servidores públicos. De acordo com Antonio Temóteo, jornalista do portal UOL, o governo vai alterar regras que garantem estabilidade para os funcionários públicos e abrir espaço para demissões.

No funcionalismo público federal são mais de 300 carreiras, com cerca de 3.000 cargos. A proposta do executivo será encaminhada ao Congresso Nacional, mas ainda não há um prazo definido. O objetivo não seria fazer demissões em massa, mas ter mais produtividade dos servidores.

Os técnicos da equipe econômica vão, além disso, tornar obrigatório e efetivo o processo de avaliação de desempenho de cada servidor.  “Estamos fazendo um trabalho detalhado para que a prestação do serviço público seja mais eficiente. Queremos acabar com as distorções existentes, e uma delas é a estabilidade. O tema é delicado, mas será enfrentando por esse governo”, disse um técnico que acompanha as discussões.

Outra possibilidade em estudo é acabar com promoções automáticas. Além disso, o governo estuda se será necessário enviar ao Congresso propostas de emenda à Constituição, projetos de lei ou medidas provisórias.

No dia 10 de julho, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou um projeto de lei que regulamenta a demissão de servidores públicos concursados e estáveis por insuficiência de desempenho no trabalho. De acordo com lei, os servidores públicos concursados adquirem estabilidade após três anos de serviço e avaliações periódicas de desempenho. Após esse período, só podem ser demitidos por decisão judicial ou processo administrativo disciplinar. Uma terceira possibilidade, a demissão por mau desempenho, foi incluída na Constituição em 1998 pela Emenda Constitucional 19, da reforma administrativa, mas ainda aguarda a regulamentação para poder ser colocada em prática.

O parâmetro para a eventual demissão, o desempenho funcional dos servidores deverá ser apurado anualmente por uma comissão avaliadora, garantindo-se o direito ao contraditório e à ampla defesa. As regras sugeridas no projeto deverão ser seguido nas administrações públicas federal, estadual, distrital e municipal.

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29 Comentários
  1. Ana Diz

    Sabe o que vai acabar acontecendo? Terceirização entra no órgão público por licitação fica um tempo trabalhando…. não deposita os direitos do trabalhador….no fim quem vai tem que acabar indenizando essa gente é o órgão por ter co-responsabilidade….cai o atendimento do serviço público, perde- se tempo em treinar….. é assim que vai ser….. trainee chegando…

  2. wilson Diz

    ai abre linha de crédito p servidor destruindo c ele? servidor nao tinha q financiar era nada!! arrebenta Banco tudo!!! Eu q não sou maluco!. Ficam dando a estabilidade como privilégio, mas não fala a verdade q num governo corrupto desse a estabilidade é q vai contra esses políticos por isso querem acabar. Distorção não é a estabilidade, mas sim esses políticos corruptos arrumando jeito de lotear ainda mais a administração pública.

  3. Ricardo Diz

    Deveriam abrir um refinanciamento para quem já paga as prestações do sistema habitacional com esses juros menores, a caixa rouba muito nos juros, paguei em 4 anos : mais de R$50.000,00 descontaram do valor devedor apenas 12 mil pagamos só juros!!!
    Para onde está indo esse 💰 todo??!

    1. Globolixo Diz

      O dinheiro está indo para países comunistas como empréstimos, Mas depois de alguns meses ou anos essa dívida é perdoada , Depois volta para o Brasil por debaixo dos panos para os bolsos dos comunas!!!!!!

      1. Luiz Diz

        Pode apresentar provas?? Ou apenas vomitar especulação??

      2. JOAO E G ROCHA Diz

        Deixa de mentiras, cara pálida escroque! Respeita as esquerdas.🤔🤨✊✊✊

  4. Flávio Diz

    Complicado a imprensa ficar noticiando notícias contra o funcionalismo público sem mostrar a realidade existente. Atualmente, existe uma grande quantidade de servidores ligados a empresas terceirizadas e colocados lá por políticos. Esses funcionários ganham mais que os concursados e não são sinônimo de eficiência no serviço pq os seus padrinhos políticos os protegem.
    Gostaria que fosse feito um estudo fazendo um retrato fiel da situação, mas, infelizmente só é notícia o que os governos querem. Caso contrário, fazem como já vimos esse ano, cortam as verbas de publicidade, etc e a imprensa fica no sufoco financeiro
    Enquanto isso, nós que estudamos que nos esforçamos somos mostrados como um peso morto que só vive tomando café e batendo papo. Lamentável.

    1. wilson Diz

      É desse jeito q ele te enxerga e fala p todo mundo. Como vão te sacanear se falarem bem de vc?

  5. Mari Diz

    Indaiatuba é bem assim, servidores públicos municipais concursados trabalham, comissionados ganham R$5.000,00 no mínimo para não fazer nada e ainda assim fiscalizar os concursados.
    Infelizmente quem deveria dar o exemplo não dá, uma vergonha as secretarias de Indaiatuba com um monte de comissionados ganhando dinheiro da população para fazer campanha política.

  6. Thiago Diz

    O servidor público de bsixa renda trabalha vida toda embaixo de Sol quente começa ganhar 3000 rei as quando tem 30 anos de efetivo e esses cara bem falar que servidor e despesa

    1. wilson Diz

      politico pilantra é assim… so q povo está zumbizado idolatrando politicos q falam isso de gente q vc citou.

      1. Cláudia i.gomes Diz

        Um absurdo passar o servidor de 15 anos para 25 para se aposentar por idade que tem que ser 62 mulheres,65 homens por exemplo a pessoa entrou no serviço público com 50 anos vai se aposentar quando?’

  7. Sah Diz

    As pessoas falam mal de servidor público porque não conhecem a realidade da maioria dos setores. Pra cada 1 concursado tem 3 comissionados que estão lá porque conhece algum político e são verdadeiros peso mortos. O salário do concursado é menor e sem direito ao fgts e salário desemprego.

    1. Emily Diz

      Bom dia, aqui na minha cidade é a mesma coisa… Acredito que seja em todo o país esse absurdo.

    2. Lilian Diz

      Certissimo, eu sou funcionaria publica e aqui acontece exatamente assim, os concursados não são reconhecidos, e as promoçoes vão todas pros comissionados, nojo disto!

  8. Sah Diz

    Acho válido esse financiamento pois o servidor público apesar de ter estabilidade ganha mal, não tem direito a fundo de garantia nem tem como subir de posto ou ganhar horas extras. Vamos deixar claro que estamos falando de enfermeiros, professores, administrativos, coletores de lixo, etc. Não funcionário comissionado.

  9. Elaon Diz

    Sou servidor, e dentro dessas modificações vale mais a pena mesmo trabalhar na empresa privada.
    Entre sofrer perseguição Ganhando menos e sofrer perseguição Ganhando mais prefiro a segunda opção

    1. wilson Diz

      nao vale nenhuma pq área privada vai ganhar todos mal. Se vc der sorte com um negócio seu… blz. Governo quer destruir a todos.

  10. Andrea Diz

    Sou completamente a favor de sermos avaliados. Entrei no serviço público com uma visão que devemos fazer a diferença para tirar o rótulo ruim de funcionalismo público. Mas também sou a favor de condições dignas de trabalho. De salário justo pago até o quinto dia útil. De 13° pago integralmente. Acredito numa mudança positiva em prol da excelência em atendimento ao publico, e em contrapartida uma exigência em todos os níveis de cargos. Muito cômodo exigir da base quando os cargos em alto escalão esbanjam incompetência, corrupção e altos salários. Que sejam justos. Acabem com regras que só favorecem magnatas e atrelem a estabilidade ao desempenho individual, mas deixem iguais celetistas e servidores públicos em obrigações e direitos. Muito triste a maioria dos servidores que se aposentam apenas com o salário do mês. Sem fgts e demais direitos que só tem quem é celetista.

  11. Rogerio Diz

    Cadê a isonomia dos cargos entre os três poderes?

  12. Sérgio Diz

    Se a inflamação subir é ferro

  13. Gilmar Diz

    Acho até valido a idéia de fazer esta reforma tornando o funcionário público vulnerável, obrigando_o a trabalhar com mais empenho e responsabilidade. Porém se a pessoa fez concurso e é estatutário em troca de não receber o fgts e direito de rescisão ao chegar a aposentadoria também discordo, a não ser que o governo pague tds os direitos do funcionário. Obrigado.

    1. Nira Diz

      Verdade!
      Nos funcionários públicos não temos esses direitos a fgts e seguros desemprego..

      1. Menezes Diz

        Eu concordo com a demissão do funcionário público, mas… a avaliação anual também deveria ser realizada, com os mesmos critérios, para os presidentes, senadores, deputados, governadores, vereadores… enfim, fiscalizar e exigir competência de quem ganha 1.200,00 por mês (ou menos) é mole.

        1. wilson Diz

          adivinha…está arquivado no senado o deles. Servidor tem q parar tudo agora e jogar duro c governo!! Eles vendem como todo mundo ganha 30 mil. Escondem a roubalheira dele so ve o lado negativo do servidor. É a demonização do servidor.

    2. Sandro Diz

      O problema é que querem cada vez mais suprimir os servidores e colocar terceirizados que só entram no serviço público por indicação, não possuem avaliação de desempenho, no meu órgão não batem ponto eletrônico como os servidores, abriram as porteiras pros terceirizados, no órgão que trabalho triplicou o número de funcionários, servidores são a minoria, então não entendo o governo dizer que os servidores estouram o orçamento da União. Não está havendo planejamento para as contratações de terceirizados, tá ficando muita gente contratada para não fazer nada

    3. Lilian Diz

      Justamente como pensei acho mto errado pessoas com cargo de salário baixíssimo não tem nada de benefícios e ainda correr o risco de ser mandado embora pelo amor ,sem fala nessa aprovação de que só tem direito quem recebe o abono salarial se ganha apenas um salário mínimo,que é considerado baixa renda, então quer dizer se a pessoa ganha R$1.200,00 não é baixa renda não tem direito ao abono,mas para financiar um imóvel não pode pq é baixa renda e tem que se inscrever em programas habitacionais que não funcionam ,que aliás ouviu-se que o governo federal ia corta a verba para habilitação então o programa está parado e o trabalhador msm concursado não consegue adquirir o financiamento de um imóvel

      1. wilson Diz

        estou nessa situação. O pessoal esta achando q ganho 10 mil … ve na tv falando

    4. wilson Diz

      isso deixa vulnerável até vc trombar c magnata na sua frente e o cara c uma ligação abrir processo contra vc. Ademais é embarcar na ideia desses caras q servidor nao trabalha como se o mal do mundo fosse o servidor. Ofende quem trabalha direito q se vê só prejudicado por discurso assim. Quem ve pensa que na iniciativa privada so tem exemplo de funcionário padrão

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