Você acompanhou com ansiedade o resultado da chamada regular do Sisu 2026 e seu nome não apareceu na lista? A história, porém, pode estar longe de terminar. Muitos candidatos só garantem a tão desejada vaga na universidade pública graças à lista de espera, que pode mudar completamente o rumo da sua aprovação.
Descubra por que esse processo é decisivo, tenha clareza sobre como as convocações realmente funcionam e saiba por onde acompanhar tudo sem correr o risco de perder as datas.
Para quem não foi selecionado na chamada regular, a participação na lista de espera do Sisu 2026 pode representar uma nova oportunidade. Segundo o Ministério da Educação (MEC), esse processo busca o preenchimento das vagas que não foram ocupadas na etapa inicial, seja por desistência, falta de matrícula ou documentação pendente.
Contudo, é preciso deixar claro que a entrada na lista de espera não é automática: é preciso ter manifestado interesse dentro do prazo estabelecido no cronograma do Sisu.
A lista de espera pode ser, portanto, fundamental para milhares de estudantes que ainda buscam uma vaga no ensino superior público. Em muitos cursos e instituições, o número de vagas reabertas nessa fase costuma ser elevado, principalmente em cidades de grande porte.
Essas convocações podem acontecer até o segundo semestre, dependendo do calendário do curso.
Uma particularidade que costuma confundir muitos candidatos: as convocações da lista de espera não aparecem no site oficial do Sisu. Cada instituição de ensino divulga as listas em seus próprios sites, segmentadas por curso, modalidade, turno e local de oferta.
Por isso, recomenda-se:
A classificação segue a ordem das notas do Enem, considerando os pesos definidos para cada curso.
Não existe uma quantidade fixa. O total de chamadas varia conforme o curso, a instituição e o número de vagas disponíveis a cada nova rodada. Há cursos que preenchem todas as vagas logo na segunda convocação, enquanto outros podem chegar à décima ou além, principalmente em grandes universidades ou em cursos com alta evasão.
Consultar o histórico no site da instituição pode ser útil para saber se normalmente são feitas poucas ou muitas chamadas para o curso de interesse.
O número de candidatos convocados na lista de espera depende do volume de vagas abertas. Por exemplo: se um curso oferece 20 vagas e, na chamada regular, apenas 15 se matricularam, a universidade convoca mais 5 para preencher esse restante. Se mesmo assim sobrarem vagas por falta de matrícula, uma nova chamada ocorre. Esse ciclo segue até que todas as vagas estejam ocupadas ou até que termine o calendário de matrículas.
Por isso, ler cada edital publicado pela instituição e monitorar as datas é determinante para não perder oportunidades.
O principal critério segue o desempenho no Enem: as melhores notas por curso são chamadas primeiro. As modalidades de concorrência (ampla ou reservas de vagas) também são respeitadas. Portanto, mesmo que esteja distante das primeiras posições, acompanhar até o fim é estratégico, pois desistências são frequentes até o encerramento do semestre.
Além de considerar o curso e a modalidade de concorrência, as informações dos questionários de perfil social e econômico também são levadas em conta, seguindo a ordem de classificação do art. 20 da Portaria Normativa nº 21/2012.
A atenção a cada etapa faz diferença entre conseguir uma vaga ou ficar de fora mesmo estando classificado.
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