R$ 12.713,32: esse é o valor que muitos brasileiros na lista do INSS poderão receber em uma única liberação em 2026. No entanto, a divulgação dessa notícia tem gerado grande atenção, levantando dúvidas sobre quem tem direito a esse valor, quais condições são exigidas e como os pagamentos serão realizados.
Continue lendo para entender quem pode atingir esse valor, quais são as regras envolvidas e as mudanças nos pagamentos do INSS a partir de agora.
Os beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem consultar rapidamente o valor e a data do pagamento que será efetuado. Para isso, há três formas principais:
Durante a consulta, é recomendado ter em mãos os documentos pessoais, o número do benefício e os dados necessários para agilizar o atendimento.
Em 2026, o reajuste anunciado elevou o teto máximo dos pagamentos previdenciários para R$ 8.475,55, valor correspondente ao limite máximo de um benefício previdenciário destinado àqueles que realizaram contribuições mais elevadas ao longo da vida profissional. O reajuste, fixado em 3,90%, acompanha a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.
Por outro lado, o reajuste proporcional se aplica àqueles que começaram a receber benefícios em 2025, com índices específicos de acordo com o momento de início do pagamento.
O novo piso do INSS é agora equivalente ao valor do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.621,00. Este valor destina-se principalmente aos aposentados, pensionistas e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS). O aumento do salário mínimo segue uma política que combina a variação do INPC (inflação) com o crescimento do PIB dos dois anos anteriores, proporcionando um ganho real.
Vale destacar que ambos os valores impactam diretamente o cálculo do 13º salário, já que o abono anual é calculado com base no valor do benefício recebido.
O valor de R$ 12.713,32, que alguns brasileiros que estão na lista podem receber do INSS, resulta da soma do teto do benefício, ajustado para R$ 8.475,55 em 2026, com a primeira parcela prevista do 13º salário referente a esse mesmo valor, que será de R$ 4.237,77. Ou seja, somente aqueles que recebem benefícios no valor máximo do INSS e têm direito ao abono anual poderão alcançar esse total.
O abono anual, conhecido como 13º salário do INSS, é garantido apenas a quem recebe benefícios mediante contribuição previdenciária:
O BPC/LOAS, apesar de seguir as mesmas faixas de reajuste, não gera direito ao 13º, pois não é considerado benefício previdenciário, mas assistencial.
O 13º salário é pago em duas partes:
Vale ressaltar que os beneficiários que começaram a receber a partir de janeiro de 2026 têm cálculo proporcional, já que o abono também considera o tempo de recebimento.
Veja como os valores se distribuem conforme a faixa de benefício:
Recomenda-se cautela com ofertas bancárias de antecipação do 13º, que envolvem empréstimos e cobram juros, uma vez que os pagamentos do 13º salário do INSS são liberados automaticamente para quem tem direito.
O calendário do 13º salário do INSS para 2026 ainda não foi divulgado oficialmente. Contudo, há expectativas de antecipação, seguindo o padrão recente de liberações em abril e maio para a primeira e a segunda parcelas, respectivamente. Veja:
Se o decreto não for publicado, os valores do abono serão pagos conforme regulamentação original: agosto (1ª parcela) e novembro (2ª parcela). O cronograma depende do número final do NIS do segurado.
Para mais informações detalhadas sobre benefícios, regulamentos e direitos sociais, acompanhe as atualizações pelo Notícias Concursos.
Aproveite e assista ao vídeo abaixo para conferir mais informações sobre os pagamentos do 13° salário do INSS em 2026: