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Homem que vendia substâncias derivadas da maconha é condenado

Ao constatar drogas variadas, dinheiro, balanças de precisão, pé de maconha e estufa artificial na residência de um rapaz, o juiz da 3ª Vara de Tóxicos, Thiago Colnago Cabral, proferiu sentença condenando-o à pena de10 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de tráfico de drogas, determinando sua prisão.
O homem foi denunciado por conseguir aumentar a potência do nível psicoativo da maconha por intermédio de sua alteração.

Conjunto probatório

Ao fundamentar a sentença, o magistrado de origem arguiu que o conjunto de provas evidenciou a habitualidade e a reiteração delitivas do acusado e, da mesma forma, seu envolvimento na prática de venda de substâncias entorpecentes, sobretudo pela variedade de drogas comercializadas por intermédio de aplicativo.

Neste sentido, o juiz alegou que vídeos e imagens extraídos do celular do réu evidenciam o seu comprometimento com prática ilícita, de modo que as mídias mostram a posse de substâncias de alto valor econômico e imagens de maconha sendo pesadas e enviadas aos compradores.

Substâncias psicoativas

Segundo apurado nas investigações, as substâncias derivadas da cannabis detém elevado nível do psicoativo Tetrahidrocanabinol e que, conforme estudos do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, em regra, enquadrado na cannabis simples, cerca de 5% de seu conteúdo é composto por THC.

Outrossim, nas demais substâncias derivadas podem alcançar até 60% desse psicoativo.

Para o juiz, verifica-se a gravidade da conduta do denunciado ao manter em sua residência plantações da substância cannabis, objetivando a comercialização e, ademais, a estufa, de climatização e iluminação artificiais, era mantida em um closet.

Venda de entorpecentes

De acordo com entendimento do magistrado, restou demonstrado a profunda dedicação criminosa, ao possuir e vender substâncias entorpecentes de diversas qualidades.

Thiago Colnago Cabral aduziu, ainda, que o dinheiro é mais uma prova de lucro auferido com a venda das substâncias.

Com efeito, o julgador concluiu que uma pessoa não entregaria elevada quantia em dinheiro, uma vez ser facilmente possível a transação bancária por meio de internet.
Fonte: TJMG

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