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Genes: como eles ajudam a entender porque algumas pessoas adoecem mais que outras

A pandemia apresentou dúvidas quanto aos sintomas e isso explica-se com os genes. Afinal, eles são os responsáveis pela presença ou não deles. Portanto, são importantes para entender o que acontecem ao longo da doença.

Para entender o Covid-19 realizou-se um estudo com mais de 2200 pacientes. Assim, identificou-se porque algumas pessoas ficam mais doentes que outras. Logo, é possível determinar qual falha no sistema imunológico favorece a situação.

É importante esta informação porque mesmo com a vacinação será necessário aumentar mais os tratamentos. Segundo a líder do projeto, as vacinas diminuíram os casos, mas ainda precisará tratá-los. Portanto é necessário encontrar formas de fazê-lo de uma maneira mais eficaz.

Células com os “piores” genes

Todos os pacientes que participaram da pesquisa tiveram seus DNAs analisados. A princípio, seus genes foram comparados com o de pessoas saudáveis, para identificar diferenças.

Essas mudanças são responsáveis pelos sintomas que cada um sente. Então, por isso que nem todos os casos são iguais. Por fim, veja alguns dos resultados para entender.

TYK2

Ele faz com que as células da imunidade fiquem mais fáceis de sofrer alterações. Logo, elas se tornam muito irritadas, gerando inflamações.

Se a resposta do organismo estiver enfraquecida, existe um risco maior de inflamação pulmonar. Mas, o uso de anti-inflamatórios pode se tornar um bom tratamento nesses casos.

Gene DPP9 e OAS

Foram outros dois genes encontrados no estudo com grandes alterações. Desde já, o primeiro está relacionado com inflamações e como geram infecção.

Já o segundo tem a ver com a multiplicação do vírus dentro do organismo do doente. Desta forma, ambos são importantes nas definições de tratamento. Afinal, pode gerar complicações futuras.

IFNAR2

É uma das informações do estudo com maior importância para o sistema imunológico. Porque ajuda na ativação da infecção quando encontrada. Logo, uma queda de função dá uma vantagem inicial ao vírus.

O genoma está presente em 15% dos casos mais sérios analisados. Assim, para prevenir a situação aplica-se interferon que executará o trabalho do gene. Também acredita-se que a administração do tratamento nos primeiros dias pode evitar essas situações.

Vale lembrar que esses são apenas alguns dos resultados alcançados. Afinal, há muitas pesquisas acontecendo em todo o mundo para que a doença acabe.

São essas pesquisas que promovem os avanços nos tratamentos. Por exemplo, o início das vacinações em diversos países do mundo. Isso só foi possível devido o empenho em encontrar soluções para a doença.

Conclusão da pesquisa

A pesquisa aumentou a compreensão do coronavírus, pois os genes ajudaram a mapear seu funcionamento. Logo, entende-se em quais estágios deve-se agir com maior prontidão. Além disso, indica os tratamentos mais eficazes para cada caso.

O projeto deve chegar em mais países e contar com a ajuda de outros cientistas. Afinal, quanto mais profissionais envolvidos, maior a chance de acabar com o COVID-19.

Enquanto novas pesquisas não surgem é necessário continuar com os cuidados. Por exemplo, evitar alglomerações e utilizar máscara. Também é importante manter os hábitos de higiene, como o uso de álcool gel.

Com todos fazendo sua parte a contaminação será reduzida. Portanto, os casos também diminuem e as chances de voltar a rotina são maiores.

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