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Alergia a vacinas: o que se sabe sobre casos de reação ao imunizante

A vacinação começou em alguns países no mundo e houve casos de alergia a vacinas. Sendo assim, pesquisadores buscam entender o que devem fazer para aumentar a segurança.

Foram registrados quatro casos de reação até o momento. Sendo dois profissionais da saúde no Alaska e dois cidadãos do Reino Unido.

Análises estão sendo feitas para verificar histórico de alergias graves nos casos. Dessa forma, é possível identificar o que gerou a reação nas pessoas.

Como foi a alergia a vacinas

Os profissionais no Alaska que tiveram alergia a vacinas foram imunizados no mesmo dia. Aliás, receberam a mesma dose fornecida pelo hospital.

Uma das profissionais teve algumas feridas na pele. Também sentiu falta de ar e o coração acelerou os batimentos. Inclusive, tudo aconteceu após dez minutos da vacinação.

Já o outro profissional teve sintomas mais leves. Por exemplo, olhos inchados, coceira na garganta e tontura.

Ambos foram medicados rapidamente para diminuir os sintomas. Já nos casos do Reino Unido, os pacientes possuíam históricos de alergias graves.

Segundo os médicos, após a aplicação da vacina os pacientes devem ser acompanhados. Então, ficam no local entre 15 e 30 minutos para verificar se tem sintomas.

A ação da vacina

Para entender a alergia a vacinas é preciso conhecer como funciona. Em resumo, o corpo recebe a vacina que chega às células. Assim, ela orienta que seja feito milhares de cópias da proteína Spike.

As células encontram as proteínas e ativam o sistema de defesa. Por fim, o corpo produz anticorpos que combatem o vírus do Covid-19. Desta forma, protegendo seu corpo contra a doença.

Atenção para alergia a vacinas

Os países autorizaram a distribuição das vacinas após muitas pesquisas. Mas já era esperado que algumas tivessem efeitos colaterais. Por exemplo no caso da Pfizer temos:

  • Incômodo no local da vacina ;
  • Calafrios;
  • Dores de cabeça;
  • Tensão e dores musculares.

Esses sintomas não representam alergia a vacinas e podem afetar 1 a cada 10 pessoas vacinadas. Então, assegura-se que as doses trazem benefícios.

Até o momento, os pesquisadores apontam que os casos deram-se por históricos de alergias. Portanto, é ideal que o paciente antes de tomar a vacina informe se possui algum tipo.

Para garantir a segurança de todos, mesmo após a liberação, as vacinas ainda são monitoradas. Ou seja, profissionais acompanham a sua evolução e os resultados.

Mesmo com os casos de alergia, a vacina continua sendo um ótimo meio de imunização. Logo, nenhum país suspendeu sua utilização e seguem com seus planos.

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