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4 pontos para entender a reinfecção por Covid-19

Além do assustador número de mortos pelo coronavírus, agora precisamos lidar com a reinfecção por COVID-19. Aliás, até o momento confirmou-se dois casos no Brasil e existem mais 58 suspeitos.

O fato vem ocorrendo devido às mutações que o vírus vem sofrendo. Acredita-se que surjam ao menos duas por mês e elas são denominadas cepas. Portanto é importante que o sequenciamento genético seja distinto e a nova variante seja identificada. 

Como identificar os casos

Para ser diagnosticada como reinfecção o Ministério da Saúde aplica a seguinte regra: 

  • A pessoa deve ter recebido positivo no teste para coronavírus;
  • Após 90 dias ou mais dessa infecção ela refaz o teste e o resultado é positivo novamente;
  • Os sequenciamentos de genomas diagnosticados são diferentes.

Essa última parte é crucial para entender se houve uma segunda infecção. Afinal, ela prova que realmente é uma outra forma da doença. Já que em alguns casos o que ocorre é o fortalecimento do mesmo agente.

Registraram-se casos de reinfecção por COVID-19

Na segunda, 21 de dezembro, haviam 30 casos confirmados de reinfecção por COVID-19 no mundo todo. Sendo que um terminou com o óbito do paciente. Além deles, 2.049 pessoas estão em suspeita, aguardando a confirmação de seus exames. 

Os indivíduos que realmente estão na segunda infecção tiveram um intervalo médio de 80 dias. Assim, o primeiro registro de novas cepas foi em agosto e ocorreu em Hong Kong. Sendo que a reinfecção foi assintomática e o paciente só soube porque estava no aeroporto.

No Brasil o caso número 1 foi diagnosticado dia 10 de dezembro, em Natal (RN). A paciente era uma profissional da saúde de 37 anos que teve uma boa recuperação. Já o segundo caso foi em Fernandópolis (SP) em uma auxiliar de enfermagem de 41 anos.

Segundo os pesquisadores muitos casos não serão registrados no país. Isso porque a testagem em massa não ocorreu para a população. Além disso, a armazenagem dos testes é uma dificuldade em muitos locais, o que inviabiliza a comparação.

Riscos da reinfecção por Covid-19 

Ainda não há um padrão de complicações na comparação entre a primeira e a segunda contaminação. Assim existem situações em que é mais grave e outras em que é assintomática. 

O paciente que teve reinfecção por COVID-19 pode transmitir a doença em ambas situações. Portanto é crucial manter as normas de segurança e imunização. Porém, por serem raras, os especialistas acreditam que elas não irão protagonizar uma segunda onda.

Até agora os casos com cepas são atribuídos principalmente a baixa produção de anticorpos. Logo, os indivíduos quando contraem o coronavírus acabam não produzindo imunidade suficiente para a mutação.

Época festiva

Os novos casos escancaram a realidade que muitas pessoas desconheciam. A que ter tido a doença uma vez não te imuniza para o futuro. Isso reforça a necessidade de que todos mantenham os cuidados, principalmente nessa época festiva.

A força da reinfecção por Covid-19, assim como a da infecção, segue sem um padrão. Portanto é preciso prevenir-se para evitar contrair e passá-la a quem pertence a grupos de risco. Assim, mesmo quem já pegou, ainda precisa:

  • Usar máscara;
  • Lavar as mãos;
  • Higienizar alimentos e produtos comprados;
  • Evitar aglomerações.
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