Aquela moedinha de 10 centavos que parece insignificante pode surpreender na hora de ser avaliada por colecionadores.
No Brasil, algumas dessas moedas valiosas podem chegar a valores que ultrapassam centenas de reais. Em 2025, com base em catálogos especializados e relatos de especialistas, três exemplos de moedas de 10 centavos merecem atenção redobrada.
Descobrir se uma delas está perdida no fundo da sua bolsa pode ser uma verdadeira oportunidade de ganho. Entenda como identificar, valorizar e avaliar essas raridades do seu dia a dia.
O mercado de moedas valiosas se baseia em critérios como tiragem, estado de conservação, falhas de fabricação e edições especiais. O primeiro passo é observar detalhes como o ano, material e pequenos defeitos.
Colecionadores utilizam referências como o Catálogo Bands (Livro das Moedas do Brasil) e o Livro das Moedas com Erros, ambos atualizados para 2025, para estimar os valores.
Existem dois grupos principais de moedas de 10 centavos: as de aço inoxidável (primeira família) e as douradas, em circulação desde 1998. O foco aqui está nas moedas douradas, mais recentes e com maior incidência de variedades e erros que valorizam os itens.
Com uma quantidade fabricada de apenas 9.620.000 unidades, a moeda de 10 centavos de 1999 destaca-se pela baixa tiragem. Esse número é consideravelmente inferior ao de outros anos, tornando-a uma das mais procuradas.
Valores de referência (2025):
Quanto melhor o estado, maior o valor agregado. Moedas sem riscos e com brilho original alcançam os maiores preços em leilões e negociações.
A moeda de 10 centavos do ano de 1998 com a letra “P” indica que foi emitida como “prova”, ou seja, exemplar para avaliação. Não foi destinada à circulação comum e, por isso, poucas pessoas a possuem em mãos.
Essas moedas são cobiçadas por colecionadores, principalmente se não apresentam desgaste.
Erros de cunhagem são motivos de valorização imediata. Entre os principais, erros no reverso (“cabeça para baixo” ao girar a moeda) aparecem como destaque:
Basta centralizar o busto de Pedro I e girar a moeda para conferir se o reverso está na direção correta. Pequenos erros já aumentam o interesse dos compradores.
Um erro raro, a moeda unifacial exibe apenas uma face cunhada, com o outro lado completamente liso. Localizada principalmente no ano de 2020, seu valor pode superar R$ 600 em negociações entre colecionadores.
Outro erro de produção é quando a moeda apresenta marcas deslocadas (níveis de descentralização):
A gravidade do erro determina diretamente o quanto a moeda pode valer.
Diversos erros valorizam ainda mais o exemplar:
Essas variantes exigem análise cuidadosa. Muitas vezes, pequenas diferenças passam despercebidas no dia a dia.
Para quem localizou uma dessas moedas, é importante conferir o estado de conservação e possíveis falhas usando lupa ou aplicativos para numismática.
As peças melhor conservadas são sempre preferidas pelos interessados. Avaliações podem ser feitas presencialmente em clubes de numismática ou remotamente em grupos especializados.
Antes de vender, é recomendado fotografar todos os detalhes, registrar eventuais defeitos e comparar com valores de catálogo atualizado.
Em muitos casos, moedas comuns de 10 centavos não possuem valor ampliado. Porém, os modelos citados, com baixa tiragem ou erros raros, podem ser ótimos investimentos de médio prazo.
Guarde as moedas em local seco, longe do contato direto com outras peças, para evitar arranhões e oxidação. Assim, as chances de valorização aumentam.
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