Por Estado: AC | AL | AM | AP | BA | CE | DF | ES | GO | MA | MG | MS | MT | PA | PB | PE | PI | PR | RJ | RN | RO | RR | RS | SC | SE | SP | TO | NACIONAL

Educação inclusiva nas escolas: especialista ressalta a importância

A cultura da inclusão tem sido uma importante pauta, mas nem sempre acaba sendo colocada em prática. 

Para Cíntia Santos, psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Ester Assumpção, que atua na inserção da pessoa com deficiência, alerta que uma sociedade inclusiva começa a ser construída com a educação e, para isso, é preciso que a comunidade escolar esteja preparada.  

A instituição anunciou que vai atuar em parceria com o Criança Esperança para a implementação do Paideia – Programa de Assessoria e Intervenção voltado para o Desenvolvimento Educacional Inclusão e Acessibilidade, que vai promover a educação inclusiva em 10 escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo Cíntia Santos, o intuito do Paideia é oferecer capacitação em educação inclusiva aos profissionais das escolas, sobretudo professores e gestores, além da capacitação na metodologia ‘Treinamento de Pais’. 

“Nosso projeto baseia-se na Lei Brasileira de Inclusão que diz ‘A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurando sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem’”, comenta a especialista.

O Instituto Ester Assumpção vai atuar no sentido de instrumentalizar a comunidade escolar para a adaptação de materiais pedagógicos. 

“Vamos criar um comitê gestor das ações inclusivas composto por professores, gestores e representantes dos alunos com deficiência, oferecer atividades de intervenções psicopedagógicas para as crianças com deficiência e realizar palestras sobre educação inclusiva”, complementa.

A equipe do Instituto Ester Assumpção elaborou um planejamento de intervenções que seguirá três fases. 

“A primeira é o diagnóstico de atitudes inclusivas, em seguida a intervenção junto ao público, como pais, crianças com deficiência e professores e depois, a mais importante, que é a manutenção das ações inclusivas”, conclui Cíntia Santos.

E então, gostou da matéria? Não deixe de ler também – Associação abre inscrições para congresso de jornalismo de Educação.

Leia Também:

Está "bombando" na Internet:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.