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Paulo Guedes afirma que inflação subiu porque pobres estão comprando mais

Ministro da Economia chamou notícias sobre a alta dos preços dos alimentos de 'barulheira'

Nesta terça-feira (15), após alegar que o cartão vermelho mencionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não era pra ele, Paulo Guedes, ministro da Economia, minimizou a alta no preço dos alimentos.

Para o ministro, a alta nos preços dos alimentos nada mais é do que reflexo do maior poder de consumo das classes beneficiadas pelo auxílio emergencial. O ministro pediu que prestem atenção “nos sinais” e não “na barulheira”.

“Quando eu falava que a retomada do Brasil seria em V, diziam que era otimismo. Agora é realismo, porque a economia está voltando em V, reagiu bem às medidas e à prorrogação do auxílio emergencial. Além disso, tem R$ 37 bilhões entrando do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mais R$ 100 bilhões em crédito. A economia vai ser empurrada fortemente neste fim de ano. Já está reagindo bem”, disse ele.

“A pauta de consumo dos mais vulneráveis é alimento e tentar fazer a construção da sua casa. Está havendo um boom de construção na baixa renda e nos supermercados. Os mais pobres estão comprando, estão melhorando a condição de vida”, continuou, falando sobre a força do auxílio emergencial e de sua prorrogação por mais quatro meses, além de programas como o FGTS emergencial.

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