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Auxílio emergencial faz papel moeda na economia bater recorde

Alta na demanda fez BC solicitar impressão de cédulas à Casa da Moeda

Em abril, o auxílio emergencial começou a ser pago para a parcela mais vulnerável dos trabalhadores brasileiros. O benefício foi criado para auxiliar microempreendedores individuais (MEIs), trabalhadores informais, autônomos e desempregados durante a pandemia do novo coronavírus.

Com o pagamento do benefício, o papel moeda em poder público bateu recorde em abril, de acordo com o Banco Central. Mês passado, R$ 24,2 bilhões entraram em circulação. O valor abrange moedas e cédulas. O valor aumentou o total disponível na economia do Brasil para R$ 238,723 bilhões.

Os números fizeram dois recordes serem batidos. Foram batidos os recordes de saldo médio do papel moeda em circulação e o saldo no fim do período. A série histórica do Banco Central se iniciou em dezembro de 2000.

A demanda por dinheiro em espécie, por causa do auxílio de R$ 600, fez o Banco Central solicitar à Casa da Moeda a produção de mais R$ 9 bilhões em cédulas para maio. A produção foi pedida para evitar que faltem notas durante o pagamento do benefício. As cédulas seriam impressas no decorrer de 2020, mas tiveram a produção antecipada para maio.

Esta semana, o auxílio emergencial terminou de pagar a primeira e segunda parcela para o grupo que já teve o seu cadastro aprovado.

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