O sucesso de O Diabo Veste Prada 2 reacendeu o interesse por carreiras na moda e comunicação. Por trás do glamour do filme, existe um mercado bilionário que emprega milhares de profissionais e oferece salários que surpreendem. Veja quais profissões aparecem no filme, quanto pagam e o que estudar para ingressar na área.
O retorno de Miranda Priestly às telas chega em um momento de aquecimento da indústria criativa brasileira. O setor de moda emprega mais de 1,5 milhão de pessoas no país, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), e responde por aproximadamente 2,4% do PIB nacional.
A produção editorial, o marketing digital e o mercado de luxo viram nas plataformas digitais uma janela de expansão que antes era impensável. Profissões que pareciam restritas a Nova York ou Paris hoje têm vagas abertas em São Paulo, Rio de Janeiro e até em cidades médias do interior.
A trama coloca em evidência um ecossistema profissional que vai muito além das poderosas editoras-chefes. Cada personagem representa uma função real do mercado, com formação, rotina e desafios específicos.
O coração da história continua sendo a redação de uma grande revista. O jornalismo de moda combina apuração, escrita e sensibilidade estética para cobrir desfiles, tendências, comportamento de consumo e movimentações da indústria.
Com a digitalização dos veículos, o profissional precisa dominar a produção de conteúdo online, SEO, análise de métricas e linguagem para redes sociais.
O que estudar:
Por trás de cada peça que aparece no filme, existe um designer. Esse profissional desenvolve coleções, traduz referências culturais em produtos vendáveis e acompanha tendências globais.
O que estudar:
O domínio de softwares como CLO 3D, Adobe Illustrator e ferramentas de modelagem digital virou requisito básico no mercado.
Nenhuma marca cresce sem estratégia. O profissional de marketing constrói o posicionamento, planeja campanhas, lança coleções e mede resultados.
O que estudar:
O segmento de luxo movimenta cerca de US$ 400 bilhões globalmente, segundo a consultoria Bain & Company. No Brasil, o setor cresce acima da média mundial.
O que estudar:
A área cuida da composição de looks, seleção de peças e construção visual de ensaios, desfiles e campanhas. É a função de quem transforma roupa em narrativa.
O que estudar:
Lançamentos, desfiles e parcerias com influenciadores passam pelas mãos do RP. O profissional faz a ponte entre marca, jornalistas e formadores de opinião.
O que estudar:
Independentemente da área escolhida, alguns conhecimentos tornaram-se obrigatórios para qualquer profissional do universo fashion contemporâneo.
Os salários variam conforme a experiência, região e porte da empresa. Dados da plataforma Glassdoor e do site Vagas.com mostram médias atualizadas para 2026:
A entrada nessas carreiras costuma acontecer por estágios, freelas e produção de portfólio próprio. Muitos profissionais começam criando blogs, perfis editoriais ou prestando serviços para pequenas marcas locais antes de migrar para redações ou agências.
A construção de uma rede de contatos vale tanto quanto o diploma, especialmente em um setor onde indicação ainda abre boa parte das portas.
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