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Auxílio emergencial de R$300 não vai ser pago em 2021

Waldery Rodrigues, da Economia, afirmou que o governo está trabalhando para prorrogar até o fim de 2020

O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, falou sobre uma possível prorrogação do auxílio emergencial até 2021.

Nos últimos dias, foi veiculado que o governo poderia prorrogar até os primeiros meses de 2021. No entanto, de acordo com o que foi informado por Rodrigues, o governo não trabalha com a ideia de possível prorrogação do auxílio no próximo ano.

“Trabalhamos com essas despesas de combate ao coronavírus e às mazelas trazidas pela Covid-19 como contidas em 2020. Portanto, a discussão sobre o auxílio ainda estão em andamento e não trabalhamos com a extensão desse gasto em 2021, e sim contidos em 2020”, afirmou Waldery Rodrigues.

A declaração de Rodrigues foi feita pouco após as discussões se iniciarem nos bastidores sobre a possível extensão até 2021. Atualmente, o governo paga cinco parcelas de R$ 600. No entanto, o benefício foi prorrogado por mais 4 meses, no valor de R$ 300.

Auxílio prorrogado até dezembro

O presidente Jair Bolsonaro anunciou a prorrogação do auxílio emergencial por quatro meses no valor de R$ 300. A extensão do auxílio já foi oficializada por meio de medida provisória e agora terá que ser aprovada por deputados e senadores no Congresso Nacional.

“Não é um valor o suficiente muitas vezes para todas as necessidades, mas basicamente atende. O valor definido agora há pouco é um pouco superior a 50% do valor do Bolsa Família. Então, decidimos aqui, até atendendo a economia em cima da responsabilidade fiscal, fixá-lo em R$ 300”, disse Bolsonaro. 

Neste ano, o Executivo depositou cinco parcelas de R$ 600 para os beneficiários do auxílio, visando ajudar os brasileiros de baixa renda, trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados.   

O presidente Jair Bolsonaro já havia informado sobre a redução do valor do benefício e argumenta que, se o valo pode parecer pouco para os brasileiros afetados pela pandemia, “é muito para quem paga, no caso, o Brasil”.  

De acordo com cálculos feitos pela equipe econômica, o custo mensal do benefício foi de R$ 50 bilhões por mês durante a primeira fase do programa. 

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9 Comentários
  1. Evani Diz

    Porque eles cortarão o auxílio do bolsa familia isso e sacanajem

  2. Aldo oliveira dos santos Diz

    Até hj não recebi foi nada, fala q to formal mais to desempregado desde. Que vergonha brasil.

  3. Vilmar ( Peka Joinville ) Diz

    Acho que é dever do Governo pagar todas as 4 parcelas que ainda faltam pra todos , mesmo que seja a primeira em Novembro ou Dezembro, se querem pagar só até Dezembro que custa eles depositarem todas de 300.00 Reais até Dezembro temos direitos iguais povo, vamos pra rua e brigar por nossos direitos , quem vai sofrer é nois não os políticos corruptos Brasil acima de tudo e Deus acima de todos , boa sorte tmj abraços.

  4. Marcio Guerreiro Diz

    Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap): o valor depende do estado de cada deputado, devido ao preço da passagem aérea. Representantes do Distrito Federal ficam com a menor quantia (R$ 30.788,66). Já os de Roraima recebem a maior: R$ 45.612,53.
    A cota pode ser usada para despesas com:
    – passagens aéreas, telefonia e serviços postais (vedada a aquisição de selos);
    – manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, compreendendo locação de imóveis, pagamento de taxa de condomínio, IPTU, seguro contra incêndio, energia elétrica, água e esgoto, locação de móveis e equipamentos, material de expediente e suprimentos de informática, acesso à internet, TV a cabo, licença de uso de software, assinatura de publicações;
    – fornecimento de alimentação do parlamentar;
    – hospedagem (exceto do parlamentar no Distrito Federal);
    – locação ou fretamento de aeronaves, de automóveis (até o limite de R$ 10,9 mil mensais) e de embarcações; serviços de táxi, pedágio e estacionamento até o limite global de R$ 2,7 mil mensais; passagens terrestres, marítimas ou fluviais;
    – combustíveis e lubrificantes até o limite de R$ 6 mil por mês;
    – serviços de segurança prestados por empresa especializada até R$ 8,7 mil por mês;
    – contratação de consultorias e trabalhos técnicos, permitidas pesquisas socioeconômicas;
    – divulgação da atividade parlamentar, exceto nos 120 dias anteriores à data das eleições, se o deputado for candidato;
    – participação do parlamentar em cursos, palestras, seminários, simpósios e congressos, até o limite mensal de 25% do valor da menor cota mensal, ou seja, a do Distrito Federal;
    – complementação do auxílio-moradia, até o limite de R$1.747 mensais.

    Verba destinada à contratação de pessoal: o valor, que hoje é de R$ 106.866,59 por mês, destina-se à contratação de até 25 secretários parlamentares (cuja lotação pode ser no gabinete ou no estado do deputado), que ocupam cargos comissionados de livre provimento. A remuneração do secretariado deve ficar entre R$ 980,98 e R$ 15.022,32.
    Auxílio-moradia: R$ 4.253, concedidos aos parlamentares que não moram em residências funcionais em Brasília.
    Despesas com saúde: os deputados têm atendimento no Departamento Médico da Câmara (Demed) e podem pedir reembolso para despesas médico-hospitalares realizadas fora do Demed. Deputados em exercício do mandato e seus familiares que podem ser incluídos como dependentes no Imposto de Renda têm direito de utilizar o departamento.
    Além disso, se quiser, o parlamentar poderá aderir ao plano de saúde dos funcionários da Câmara, pagando R$ 420 por mês, com direito a rede conveniada nacional e a filhos e cônjuge como dependentes. Também é paga a participação de 25% sobre o valor da despesa médica realizada.

    Cota gráfica: o parlamentar pode solicitar a confecção de material de papelaria oficial (cartões, pastas, papel timbrado e envelopes) e a impressão de documentos e publicações.
    Ajuda de custo: no início e no fim do mandato, o parlamentar recebe ajuda de custo equivalente ao valor mensal da remuneração. A ajuda é destinada a compensar as despesas com mudança e transporte e não será paga ao suplente que for reconvocado dentro do mesmo mandato.
    Aposentadoria: a lei do Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC – Lei 9.506/97) prevê aposentadoria com proventos proporcionais ao tempo de mandato. Nesse caso, os proventos serão calculados à razão de 1/35 (um trinta e cinco avos) por ano de mandato. No entanto, é obrigatório preencher os requisitos de 35 anos de contribuição e 60 anos de idade.
    Da Redação – ND

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  5. Sulamita Diz

    Eu acho injusto so alguns receber as 4 parcelas e muitos nao vao receber direitos iguas o povo nao pode pagar pelo o erros doa outros culpas de vc do governo queremos direitos iguais

  6. Rodrigo Martins Diz

    Os salários dos políticos é muito pra quem paga, no caso o Brasil

  7. Ana Diz

    Varios auxilios bloqueado por erro na dataprev pois o meu está falando que tem duas pessoas da mesma familia recendo mais não tem no site da dataprev está constando meu none duas vezes como isso é possivel

  8. Simoni Sousa Diz

    Não tem nenhum problema eles deixarem o auxílio de 600 por que se ficar de 300 muitas pessoas iram passar fomes por conta que as coisas nos mercados estão muito caras. Então 300 não da nem pro começo

  9. Cri Diz

    Curioso o comportamento do governo, não pode estender o auxílio emergencial nem manter o valor inicial por limitação orçamentária dá para entender. O que não é razoável e que injusto é não realizar o pagamento das últimas parcelas às pessoas que passaram a receber o auxílio emergencial meses depois do início do programa por falha do sistema do governo. Se o limite do programa é dezembro de 2020 que sejam as demais parcelas depositadas no mês de dezembro. Deixar de lado essas pessoas é injusto, é cruel por motivos que elas não causaram.

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