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Descoberta de mutação de vírus no Reino Unido

É comum que exista mutação de vírus, gerando modificações e variações com o tempo. Assim, eles apresentam alterações em suas estruturas. Assim, ganham resistências.

Aparentemente estas mudanças estão ocorrendo com o coronavírus e foi detectado no Reino Unido. Inclusive, o secretário de saúde, Matt Hancock, atribui a isso a nova onda de contaminação.

O fato tem ocorrido no sul do país de forma rápida e preocupante para as autoridades. Aliás, no local, observa-se um grande aumento de casos de COVID-19. Porém, com uma velocidade maior que a anterior.

O que difere essa mutação de vírus das anteriores

Aparentemente, a maior distinção da mutação de vírus está na sua velocidade de infecção. Entretanto, não há provas de que ele seja mais mortal ou resistente que outras versões. Inclusive seus sintomas e resultados clínicos são semelhantes, de acordo com o médico Chris Whitty.

Segundo o professor Alan McNally, não é preciso se desesperar pelo ocorrido. Afinal, trata-se de uma situação comum e que deve ocorrer mais vezes. Logo, já é esperado pelos cientistas, devido à natureza do genoma. Uma coisa que impressionou os cientistas foi a rapidez na identificação da mutação no vírus

De acordo com os geneticistas as mudanças do coronavírus serão lentas e inofensivas na maioria. Apesar disso, surgem, em média, uma ou duas por mês em todo o mundo.

O que se sabe sobre a mutação de vírus

Essa nova mutação de vírus foi nomeada de VUI – 202012/01. A princípio, a característica identificada é uma mudança no genoma que codifica a proteína espicular. Portanto, faz com que haja uma maior capacidade de contaminação entre as pessoas.

Levantamentos apontam que, no dia 13 de dezembro foram identificados 1.108 novos. Contudo, já apresentavam os sintomas dessa mutação. Desta forma, a contaminação ocorre em uma velocidade maior que a anterior. Assim, as autoridades estão atentas a tudo que está ocorrendo.

Medidas tomadas pelo Reino Unido

A Inglaterra acumula 1,8 milhões de casos de covid-19 até agora. Sendo que cerca de 64,5 mil vieram a óbito desde o início da pandemia.

Os números de infecção diminuíram, porém, voltaram a aumentar. Inclusive, Londres enfrenta o mais alto nível de restrições para evitar a propagação do coronavírus. Assim, para efetuar esse controle, estão fechados:

  • Bares;
  • Restaurantes;
  • Cafés e centro públicos

Além disso, o país iniciou nesta semana a campanha de vacinação. Desta forma, sendo pioneira na aplicação de imunizantes da Pfizer e da BioNTech.

 

 

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