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Concurso TJ PE 2019: Edital para Juiz Substituto tem comissão formada!

Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco vai abrir um novo edital de concurso público para preenchimento de vagas no cargo de Juiz

O Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco vai abrir um novo edital de concurso público (Concurso TJ-PE 2019) para o cargo de Juiz Substituto. A expectativa é que o edital não demore de ser divulgado, uma vez que a comissão organizadora, responsável por elaborar o projeto do edital e os trâmites para a contratação da banca organizadora, foi formada. Os nomes dos membros foram divulgados na última segunda-feira, 30, no Diário de Justiça Eletrônico.

Segundo o documento, o grupo de trabalho conta com quatro titulares, sendo três desembargadores e um representante da Ordem dos Advogados do Brasil, e presidida por um desembargador indicado pela presidência do TJ-PE.

Ainda segundo o texto, o presidente e desembargador do Tribunal, Adalberto de Oliveira Mel, também determinou a abertura do concurso TJ-PE para juiz substituto. Com o aval e a comissão organizadora formada, o próximo passo agora será a elaboração do projeto básico do edital e abertura da licitação para escolha da banca organizadora.

Último edital foi aberto em 2014 com 50 vagas

O último edital de concurso do TJ-PE para o cargo de Juiz Substituto foi divulgado em 2014 com 50 vagas. Para concorrer, era necessário ter bacharelado em Direito e atividade jurídica de, no mínimo, três anos após a formação. O salário inicial chegou a R$19.383,88.

O último edital foi aberto em 2014 sob coordenação da Fundação Carlos Chagas (FCC). O certame contou com uma prova objetiva, com 100 questões, distribuídas por três blocos, sendo:

Bloco I: 40 perguntas de Direito Civil, Processual Civil, do Consumidor e Direito da Criança e do Adolescente;

Bloco II: 30 questões de Direito Penal, Processual Penal, Direito Constitucional e Eleitoral; e bloco II, com 30 itens de Direito Empresarial, Tributário, Administrativo e Ambiental.

Para ser aprovado, o candidato precisou obter, no mínimo, 30% de acertos em cada bloco e, pelo menos, 60% do total de questões da prova.

Para ser convocado para a prova discursiva, o candidato precisou se classificar até a 200ª posição, na primeira fase. Além disso, o certame teve provas de sentença, sendo uma cível e outra criminal, inscrição definitiva, avaliação oral e análise de títulos.

Os aprovados foram convocados durante a validade da seleção, que, inicialmente, seria de dois anos.

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