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Com vacinas contra a Covid-19, ações de farmacêuticas se valorizam

Enquanto muitos empresários viram os seus investimentos perderem valor e teve até aqueles que precisaram de empréstimos, empresas que se dedicaram a pesquisa da vacina tiveram um retorno positivo. Para se ter uma ideia houve uma valorização bilionária na bolsa de valores de Nova York (NYSE) de diversas farmacêuticas no setor, sendo que a valorização ultrapassou 1.000%.

Entenda a tecnologia da vacina e o quanto lucraram cada uma das empresas: 

1. Novavax

A empresa norte-americana de desenvolvimento de vacinas é campeã no ranking. Com retorno de acionistas acima dos 1.500% desde fevereiro de 2020.

A vacina produzida é dividida em duas doses e tem como estratégia “vacina recombinante”. Com engenharia genética, a empresa gerou replicas inofensivas da proteína do novo coronavírus. Com a extração e purificação desta proteína de coronavírus, foram desenvolvidas nanopartículas do tamanho do vírus.

2. Moderna

O retorno do acionistas ficou acima dos 585%. Sendo que o valor de empresa no mercado cresceu de US$ 6 bilhões para mais de US$ 49 bilhões.

A vacina desenvolvida contra o coronavírus, a mRNA-1273, teria eficácia 94,1% – um dos maiores resultados já divulgados.

O teste da vacina foi realizado com 30.420 voluntários. Em 99 locais diferentes nos Estados Unidos. Os resultados foram divulgados no final de dezembro.

A vacina funciona basicamente com a inserção de um pedaço do código genético do coronavírus no corpo humano. Isso é realizado para que haja o “reconhecimento do vírus”. Em outras palavras, quando, após a vacinação alguém pegar o coronavírus, o corpo conseguirá se defender automaticamente.

O método é semelhante a vacina da Pfizer, que também entrou no ranking de valorização.

 

Veja as farmacêuticas que desenvolveram vacinas com maior alta no valor de mercado: 

  1. Novavax: alta de 1.558%, a US$ 8,1 bilhões
  2. Moderna: alta de 585%, a US$ 49,4 bilhões
  3. BioNTech: alta de 223%, a US$ 24,3 bilhões
  4. Regeneron Pharmaceuticals: alta de 32,4%, a US$ 56,9 bilhões
  5. Johnson&Johnson: alta de 11,5%, a US$ 428 bilhões
  6. AstraZeneca: alta de 6,7%, a US$ 133 bilhões
  7. Pfizer: alta de 5,9%, a US$ 204 bilhões
  8. Sanofi: alta de 3%, a US$ 126 bilhões

 

Metodologia da pesquisa

Os resultados são de levantamento da Economatica – empresa provedora de informações financeiras.

As ações levadas em consideração são de duas bolsas de valores: a NYSE e na Nasdaq. Sendo assim, algumas farmaceuticas ficaram de fora por não terem ações nessas duas bolsas. Este é o caso da Sinovac e Sinopharm, que têm capital aberto em bolsas asiáticas.

Foram analisados pelo menos três recortes:

  • O momento mais crítico antes da pandemia;
  • Fechamento do mercado na terça-feira (19);
  • E,, como inflexão de curva, o pior momento das bolsa durante o coronavírus.

 

 

 

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