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Caso Queiroz: Abin auxiliou ilegalmente Flávio Bolsonaro

A Revista Época publicou hoje (11) denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro envolvendo sua acusação no Caso Queiroz. Segundo o veículo, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) orientou a defesa do filho do presidente da República sobre os documentos necessários para que o a investigação do esquema de Fabrício Queiroz fosse anulada.

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, da época em que o senador ainda era deputado estadual do Rio de Janeiro, é investigado no caso das “rachadinhas”, em que funcionários e assessores entregam parte dos salários aos políticos que os contratam.

Até agora, os promotores do caso identificaaram que Queiroz chegou a receber 2 milhões de reais através de 483 depósito de dinheiro. O montante teria sido entregue por 13 assessores ligados ao gabinete de Flávio Bolsonaro.

A defesa do filho do presidente confirmou a procedência dos documentos, mas se recusou a comentar sobre seu conteúdo. Já a Abin, no entanto, não respondeu à reportagem da Época.

O teor dos relatório da Abin enviado a Flávio Bolsonaro poderá ser incluído no inquérito do Superior Tribunal Federal (STF), que apura o caso.

Como o Caso Queiroz explodiu em Flávio Bolsonaro

flavio e queiroz
À esquerda, o senador Flávio Bolsonaro; à direita, Fabrício Queiroz (Imagem: Reprodução Instagram)

O caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz começou a ser investigado em 2018 a partir de um relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf). Segundo o órgão, que atua na prevenção do combate houve uma série de transações suspeitas na conta de Queiroz. Umas das transações, inclusive, envolve um cheque de 24 mil reais depositado para a atual primeira-dama, Michele Bolsonaro.

Por conta do relatório, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou na investigação e chegou ao esquema das rachadinhas no gabinete de Flávio Bolsonaro. Com o avanço das investigações, Queiroz foi preso em junho deste ano, após ser encontrado no escritório do advogado da família Bolsonaro.

A investigação continua.

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