Abril chegou, e com ele a expectativa de milhões de famílias brasileiras em relação ao recebimento do Bolsa Família. O calendário de pagamentos para este mês já foi divulgado, com os depósitos iniciando no dia 16 e seguindo um cronograma específico, de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS).
A seguir, confira o cronograma completo, os valores atualizados do programa, quem tem direito ao benefício e como manter seu cadastro em dia para evitar o risco de interrupção do pagamento.
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) estabeleceu que os pagamentos do Bolsa Família deste mês de abril terão início no dia 16. Os depósitos são realizados de forma escalonada pela Caixa Econômica Federal, seguindo a ordem do último dígito do NIS de cada beneficiário. O processo começa com o final 1 e termina no dia 30, com o final 0.
Confira o calendário detalhado para não perder a sua data:
O programa ainda garante em 2026 um valor mínimo de R$ 600 por família. No entanto, o montante pode ser maior dependendo da composição familiar, graças aos benefícios complementares pensados para atender necessidades específicas. Esses acréscimos visam fortalecer a proteção social, especialmente para crianças, gestantes e nutrizes.
Os principais benefícios adicionais são:
A principal regra para ser elegível ao programa é a renda. A família deve ter uma renda mensal por pessoa de, no máximo, R$ 218. O cálculo é simples: some todos os rendimentos dos membros da família e divida pelo número de pessoas que vivem na casa. Se o valor resultante for igual ou inferior a R$ 218, a família está apta a solicitar o benefício.
Por exemplo, em uma família com oito pessoas onde apenas um integrante trabalha e recebe um salário mínimo (R$ 1.621), a renda per capita seria de R$ 202,62. Como este valor está abaixo do teto, a família pode ser incluída no programa.
A inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) é o primeiro passo e um pré-requisito indispensável. O cadastro deve ser feito em um Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) no seu município. É importante destacar que estar no CadÚnico não garante a entrada automática no Bolsa Família; o cadastro passa por uma análise do governo federal.
O MDS reforça a necessidade de manter as informações do CadÚnico sempre atualizadas. Qualquer mudança na composição familiar, endereço, renda ou na situação escolar das crianças deve ser comunicada. A atualização é obrigatória a cada 24 meses, no máximo, para evitar o bloqueio ou cancelamento do benefício.
Além do cadastro, as famílias precisam cumprir algumas condicionalidades nas áreas de saúde e educação, que são fundamentais para o desenvolvimento e bem-estar dos seus membros:
A tecnologia facilita o acesso ao Bolsa Família. Os valores são depositados na conta Poupança Social Digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele, não é necessário ir a uma agência para utilizar o dinheiro.
Pelo aplicativo, é possível pagar contas, fazer transferências via Pix e usar o cartão de débito virtual para compras online ou em estabelecimentos físicos. Para quem prefere o saque em espécie, é possível gerar um código no app para retirada em caixas eletrônicos, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.
Em caso de dúvidas, os beneficiários podem ligar para o Disque Social 121 ou para o canal de atendimento da Caixa, no número 111.
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